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EcoPower comemora 13 anos no mercado de energia solar

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No dia 10 de junho, a EcoPower Eficiência Energética atinge a marca de 13 anos de operações no setor de energia fotovoltaica no Brasil. Fundada com o objetivo de atuar na implantação de sistemas de geração de energia solar, a empresa tem sua gestão dividida entre os fundadores Anderson Oliveira, que ocupa o cargo de CEO Operacional, e Náchila Oliveira, responsável pela função de CEO de Estratégia.

Ao longo do período de treze anos desde a sua fundação, a liderança concentrou esforços na expansão da infraestrutura técnica e no desenvolvimento comercial do negócio. Na estrutura organizacional vigente, a divisão de funções atribui a Anderson Oliveira o gerenciamento da execução dos projetos, da logística em campo e do desempenho técnico dos equipamentos. Em contrapartida, Náchila Oliveira responde pelo planejamento de longo prazo, posicionamento de mercado e estratégias de capilaridade da marca.

Atualmente, a companhia contabiliza mais de 95 mil projetos de energia fotovoltaica homologados, com instalações distribuídas por diferentes regiões do território nacional, atendendo aos segmentos residencial, comercial, industrial e de agronegócio. Em dezembro de 2025, eram 85 mil projetos. Com base no volume atual de contratos e na projeção de novas homologações, a empresa direciona seu planejamento para atingir a faixa de faturamento e volume de clientes correspondente a seis dígitos na escala de suas operações. Ou seja, 100 mil projetos homologados.

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A respeito do atual estágio da organização, os executivos manifestam satisfação com os índices de crescimento volumétrico alcançados pela operação no decorrer dos 13 anos de atividade. Quanto às perspectivas para o setor de energia solar, a governança da EcoPower projeta um cenário de consolidação tecnológica no país, com a expectativa de que os sistemas fotovoltaicos passem a integrar de forma mais ampla as redes de distribuição e armazenamento de energia, impulsionados pela evolução de baterias e pela abertura do mercado livre de energia nas próximas décadas.

“Para nós, da EcoPower, é um sonho que está se realizando rapidamente. Em 13 anos, estamos muito próximos de alcançarmos essa marca de 100 mil projetos homologados. Só comprova nosso compromisso e respeito a cada pessoa que confiou em nosso potencial e apostou num futuro sustentável e na economia que poderia alcançar com as soluções em energia solar que dispomos. Assim nossa estimativa é de alcançar R$ 1 bilhão em faturamento ainda esse ano“, afirma Anderson.

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Para Náchila, a energia solar é importante para o orçamento em todos os seus níveis: familiar, empresarial, rural e industrial. “A energia solar é uma ferramenta essencial de eficiência orçamentária em todas as esferas. No âmbito familiar, protege a renda ao reduzir custos fixos, permitindo reinvestimentos no lar. Para empresas e comércios, transforma despesas voláteis em ativos controlados, melhorando o fluxo de caixa e a competitividade. No setor industrial, onde a eletricidade é um insumo crítico, mitiga o impacto de bandeiras tarifárias e estabiliza o planejamento de longo prazo. No meio rural, apoia o agronegócio ao baratear processos como irrigação e refrigeração. Assim, em qualquer nível, a tecnologia fotovoltaica reduz custos fixos e promove estabilidade financeira sustentável”, diz a executiva.



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Tecnologia ajuda indústria a manter padrão do chocolate

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Depois de dois anos de forte volatilidade no mercado internacional do cacau, a cadeia global começa a dar sinais de recuperação. Dados divulgados recentemente pela Organização Internacional do Cacau (ICCO) mostram que o déficit global da safra 2023/24 foi revertido para um superávit estimado em 48 mil toneladas no ciclo 2024/25, com produção mundial projetada em quase cinco milhões de toneladas.

A retomada não elimina a necessidade de eficiência industrial. Segundo reportagem publicada pela Reuters, a Costa do Marfim, maior produtora mundial de cacau, projeta crescimento de 10,5% na safra 2025/26, podendo alcançar entre dois milhões e 2,1 milhões de toneladas. Ainda assim, o setor segue atento a fatores como clima, envelhecimento das lavouras e doenças que afetam os cacaueiros.

A pressão dos últimos anos também deixou marcas nos preços. Dados atualizados pela Trading Economics mostram que o cacau chegou ao recorde histórico de US$ 12.906 por tonelada em dezembro de 2024. Embora a cotação tenha recuado para a faixa de US$ 3.800 por tonelada em junho deste ano, o histórico recente reforçou a importância de processos capazes de reduzir perdas, preservar qualidade e garantir padronização na indústria de alimentos.

No Brasil, esse debate interessa diretamente a um setor de grande escala. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (ABICAB) mostram que a produção nacional de chocolates passou de 806 mil toneladas em 2024 para 814 mil toneladas em 2025.

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É nesse contexto que processos pouco conhecidos pelo consumidor ganham importância estratégica. Segundo Renan Coelho, diretor comercial da Katrium Indústrias Químicas, a qualidade final do chocolate não depende apenas da origem do cacau, mas também da capacidade da indústria de lidar com variações naturais da matéria-prima.

“O cacau é um produto agrícola. Ele muda conforme a região, o clima, o solo, a safra e as condições de cultivo. O consumidor, porém, espera encontrar sempre o mesmo sabor, a mesma cor e a mesma textura em uma marca de chocolate. A tecnologia ajuda a transformar uma matéria-prima naturalmente variável em um produto mais padronizado”, afirma Coelho.

Segundo o executivo, na prática, isso significa que a indústria consegue exercer maior controle sobre características como sabor, coloração e dispersão do cacau em diferentes aplicações alimentícias.

Estudo publicado na revista científica Food Science and Technology International avaliou diferentes agentes alcalinizantes utilizados no processamento do cacau e concluiu que a alcalinização altera propriedades como pH, cor e características sensoriais do ingrediente, influenciando diretamente sua aplicação industrial.

De acordo com o executivo da Katrium, a importância desse processo vai além da simples padronização industrial. “Ele permite que a indústria exerça maior controle sobre características sensoriais importantes para a experiência do consumidor, como sabor, cor e dissolução do produto”. Na prática, Coelho diz que a alcalinização permite reduzir a acidez natural do cacau, suavizar notas amargas ou adstringentes, intensificar tonalidades de marrom e melhorar a dispersão do pó em bebidas, massas e formulações industriais.

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Um dos insumos químicos empregados nesse tipo de processo é o carbonato de potássio, utilizado pela indústria como agente alcalino e regulador de pH. Estudo publicado na revista Food Science and Technology International mostra que, entre diferentes sais alcalinos avaliados na alcalinização do cacau, o hidróxido de potássio apresentou a maior capacidade de elevar o pH, seguido pelo carbonato de potássio.

Para Coelho, a recuperação da oferta global de cacau não reduz a relevância da química aplicada aos alimentos. “Mesmo em um cenário de maior oferta, a indústria continua precisando de estabilidade, previsibilidade e controle. A função da química não é substituir a qualidade da matéria-prima, mas ajudar a preservar características importantes para o consumidor e para o desempenho industrial”, explica.

Além dos chocolates em barra, o especialista diz que o controle de pH e a padronização do cacau também são importantes para bebidas achocolatadas, sorvetes, biscoitos, coberturas, recheios e sobremesas lácteas. Nesses produtos, fatores como solubilidade, cor, sabor e textura precisam se manter estáveis em larga escala.

“Grande parte da inovação industrial acontece longe dos olhos do consumidor. Ele percebe o resultado no sabor, na aparência e na experiência de consumo. Mas, por trás disso, existe uma cadeia tecnológica que trabalha para garantir que o chocolate mantenha suas características mesmo quando o mercado da matéria-prima passa por oscilações”, conclui o diretor da Katrium.



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