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Autoridade na imprensa acelera decisões comerciais

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Em um mercado cada vez mais competitivo, autoridade deixou de ser apenas um diferencial e passou a ser um fator decisivo para o fechamento de contratos. Antes de contratar um profissional ou uma empresa, clientes analisam reputação, reconhecimento público e percepção de confiança. Em muitos casos, a decisão comercial acontece antes mesmo da primeira reunião, baseada na imagem que aquela marca transmite ao mercado.

Esse comportamento é comprovado pela pesquisa publicada pela Edelman Trust Barometer 2025, que revela que, em um cenário de crescente desconfiança social, empresas e marcas consolidadas aparecem como as únicas instituições percebidas pela população como simultaneamente competentes e éticas, mantendo liderança em confiabilidade no país.

Nesse contexto, setores como o empresarial, o ecossistema de startups, a advocacia e a medicina mostram como a credibilidade influencia diretamente negociações de alto valor. Empresas e profissionais que demonstram relevância pública podem transmitir mais segurança e reduzir barreiras comerciais.

De acordo com Pedro Henrique Machado Martins, CEO da Select Imprensa, a confiança se tornou um dos principais ativos comerciais da atualidade. “Hoje, o cliente não compra apenas um serviço. Ele compra segurança. Quando uma empresa já possui reconhecimento público, a negociação se torna mais natural e a percepção de risco diminui”, comenta.

“Mais do que oferecer um bom produto ou serviço, tornou-se necessário construir percepção de valor perante o mercado. E uma das formas mais rápidas de gerar essa autoridade acontece por meio da assessoria de imprensa, estratégia que vem sendo adotada por empresários, advogados, médicos, investidores e startups que desejam fortalecer reputação e posicionamento”, afirma.

Assessoria de imprensa como ferramenta de autoridade

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A assessoria de imprensa se consolidou como uma das estratégias mais eficientes para fortalecer credibilidade e validação pública. Pesquisa divulgada pelo Ministério das Comunicações mostra que o jornalismo profissional está entre os meios de comunicação com maior credibilidade entre os brasileiros, reforçando que a exposição em veículos reconhecidos funciona como um filtro de qualidade.

Esse cenário evidencia que aparecer em portais e jornais de referência não apenas pode fortalecer a reputação, mas também diferenciar profissionais e empresas em um mercado saturado de informações.

Segundo o CEO da Select Imprensa, o potencial cliente passa a enxergar a empresa como mais sólida, confiável e preparada para atender demandas importantes. Como consequência, as negociações tendem a acontecer de forma mais rápida, especialmente em segmentos nos quais confiança e reputação têm peso decisivo.

“O impacto da imprensa vai além da visibilidade momentânea. Existe uma diferença enorme entre aquilo que uma empresa fala sobre si mesma e aquilo que a mídia fala sobre ela. Quando um veículo reconhecido valida sua marca, isso gera uma percepção instantânea de autoridade”, ressalta.

Além da reputação institucional, Pedro Henrique Machado Martins explica que a presença constante na mídia fortalece o posicionamento digital, o reconhecimento de marca e a relevância nos mecanismos de busca. Reportagens publicadas em veículos de grande autoridade podem ajudar empresas a conquistar mais destaque no Google e aumentar as chances de aparecer entre os primeiros resultados de pesquisa.

Outro fator importante é o impacto da mídia sobre investidores, parceiros e conexões estratégicas, que passam a perceber essas empresas como negócios mais sólidos. “Quando uma empresa aparece no Valor Econômico, por exemplo, o cliente automaticamente associa aquela marca à credibilidade, estrutura e confiança. A imprensa transfere autoridade de forma muito rápida”, explica.

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O CEO da Select Imprensa já teve aparições em veículos nacionais, incluindo O Globo, Valor Econômico e Direito News, reforçando, na prática, a importância do posicionamento estratégico na imprensa. Para ele, a combinação entre marketing e imprensa se tornou essencial para empresas e profissionais que desejam crescer de forma sólida.

“O marketing digital atrai atenção, mas a assessoria de imprensa fortalece a confiança. Quando os dois trabalham juntos, o resultado é uma construção de autoridade muito mais consistente”, conclui Pedro Henrique Machado Martins.

Foi observando esse cenário que a Select Imprensa ampliou sua atuação em assessoria de imprensa estratégica, conectando empresas e profissionais a veículos de grande relevância nacional, como Forbes, O Globo, Terra, IG e Valor Econômico. A empresa atua na construção de autoridade por meio da mídia, com foco em ajudar marcas a fortalecer sua credibilidade no mercado.

Sobre Pedro Henrique Machado Martins

Pedro Henrique Machado Martins é CEO da Select Imprensa e da PRDX – Marketing Jurídico, atua no desenvolvimento de estratégias de marketing jurídico e posicionamento estratégico na mídia para empresários de todos os ramos. O empresário trabalha com projetos focados em reputação, visibilidade qualificada e fortalecimento de imagem institucional.

Para saber mais sobre as soluções desenvolvidas, os interessados podem entrar em contato pelo Instagram @pedrodevini ou pelo telefone (19) 98140-6903. Informações sobre a empresa e seus serviços estão disponíveis no site da Select Imprensa.



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Mercado imobiliário de 2026 revela cenário de contrastes

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O cenário analisado aponta para direções opostas: uma aceleração no setor popular, devido aos incentivos habitacionais; e uma queda no segmento de alta renda diante dos juros, que impacta diretamente no valor dos aluguéis e na oferta de crédito.

Já nos setores de construção e incorporação, o país vive um momento de adaptação estratégica. De acordo com o Valor Econômico, os lançamentos na capital paulista registraram recuo de 5% no primeiro trimestre, puxados pela retração dos segmentos de médio e alto padrão. Esse dado contrasta bastante com o desempenho nacional medido pela Associação Brasileira de Incorporadoras (Abrainc), em que os lançamentos subiram 19,3% no acumulado de 12 meses. Esse crescimento nacional é impulsionado pelo programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), que funciona como um amortecedor para as grandes construtoras manterem suas margens de lucro saudáveis.

Essa cautela na compra da casa própria por parte da classe média, assustada com as taxas de juros, pressionou o mercado de locação. Em abril, o Índice FipeZAP registrou um avanço de 1,04%, a maior alta mensal em um ano. Com a demanda aquecida e a oferta de imóveis prontos limitada, os preços dos aluguéis dispararam muito acima da inflação oficial.

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Para Ana Carolina Gozzi, co-CEO do Compre & Alugue Agora, esse cenário redesenha o comportamento de consumo. “A classe média é empurrada para o aluguel devido às barreiras do financiamento tradicional. Para o investidor, essa escalada transforma a locação residencial em uma das ferramentas de maior proteção patrimonial e rentabilidade em 2026”, analisa a executiva.

Em contrapartida, o setor financeiro começou a se movimentar de forma agressiva. Mesmo com o Banco Central fixando a taxa Selic em 14,5% ao ano, instituições privadas liberaram crédito. O grande destaque do período é o Santander, que passou a permitir o financiamento de até 90% do valor do imóvel em operações selecionadas, reduzindo a barreira de entrada do comprador para apenas 10%. De forma paralela, o mercado de home equity (crédito com garantia de imóvel) bateu recorde histórico, movimentando R$ 3,16 bilhões no primeiro trimestre de 2026.

De acordo com Ana Carolina, a engenharia financeira se tornou o principal pilar de sustentação do mercado. “As instituições perceberam que precisavam flexibilizar as regras para capturar o comprador de média e alta renda. Movimentos como reduzir o valor de entrada e o teto recorde do home equity provam que o mercado imobiliário está criando mecanismos criativos para gerar liquidez e manter as engrenagens girando, transformando um cenário macroeconômico complexo em previsibilidade de negócios”.

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O panorama analisado indica que o sucesso no setor imobiliário depende da capacidade de se adaptar às oscilações do mercado. O contraste entre a força do segmento popular e a cautela da alta renda, impulsionado pela flexibilidade do crédito bancário e forte demanda de locação, exige que construtores e investidores abandonem velhas práticas. Compreender essa situação e antecipar as flutuações trimestrais é garantia da resiliência patrimonial e lucratividade em futuras negociações.



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