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Rio de Janeiro entra, de vez, no clima do show da Shakira

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Está tudo praticamente pronto para o grande show da cantora Shakira, neste sábado (2), na praia de Copacabana. A expectativa é reunir cerca de dois milhões de pessoas. A artista colombiana desembarcou no Rio na quarta‑feira, passeou pela cidade e publicou nas redes sociais uma foto na praia de Botafogo.

A capital fluminense já vive um clima de grande movimentação. Segundo o Sindicato de Hotéis e Meios de Hospedagem do Rio, a rede hoteleira da cidade tem grande ocupação. Na Zona Sul, onde acontece o espetáculo, a taxa ultrapassa os 80%. Na média geral da cidade, o índice chega a 67%.

O reflexo também aparece no transporte aéreo. A Azul Linhas Aéreas informa que a ocupação dos voos para o Rio durante o feriado do Dia do Trabalhador chega a 91% nos dias 30 de abril e primeiro de maio. No retorno, a taxa sobe para 93%, principalmente no domingo. 

Fãs de várias partes do país já chegaram à cidade, como o professor de língua estrangeira João Vitor Ribeiro, que veio de Brasília.

“Acho que essa experiência vai ser incrível. Já vim nos outros anos, curti os shows aqui na praia. Sou fã da Shakira desde sempre, aprendi os refrões, as músicas, virei professor de espanhol por causa disso. Vai ser demais. A gente vai brilhar na praia”, afirma empolgado.  

A apresentação deve impulsionar significativamente a economia local. Com uma movimentação estimada em R$ 800 milhões pela Prefeitura, o evento beneficiará diretamente os setores de hotelaria, comércio e serviços, consolidando o Rio de Janeiro como destino para grandes eventos.

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Para facilitar o acesso do público, haverá uma operação especial de transporte, com ônibus exclusivos de Botafogo para Copacabana, além de metrô funcionando 24 horas e reforço no VLT.

A festa começa às 17h, com apresentações de DJs no palco montado em frente ao Copacabana Palace. O show de Shakira está previsto para 21h40, com duração aproximada de duas horas.

A prefeitura recomenda que o público priorize o transporte público.


Fonte: EBC Cultura

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Trilha sonora do Dia das Mães embala afetos, lembranças e amores

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Feche os olhos por um instante. Tente resgatar uma lembrança da infância… o colo da mãe, a voz que tranquilizava o choro ou a mão que se despedia lá na porta de casa.

Para alguns de nós, todas essas memórias não vêm em silêncio; elas têm uma trilha sonora.

A figura materna é, quase sempre, o primeiro porto seguro. E na música brasileira, ela é uma grande fonte de inspiração.

Isso não é apenas uma impressão. Um levantamento do Ecad, o escritório de direitos autoriais, registra hoje mais de 10 mil obras com a palavra “mãe” no título.

Às vezes, a homenagem vem na forma de uma tradicional prece doce e infantil, que recorda a infância, como cantarolou o analista financeiro, Fabio Martins.

O Fabio explicou por que a música “Mãezinha do Céu”, ficou na memória afetiva dele.

“Eu estudei em colégio de freira e essa música sempre cantava. E eu me lembrava da minha mãe, que já faleceu”.

O estudo do Ecad aponta que a palavra “mamãe” aparece em 2.150 títulos, enquanto o diminutivo carinhoso “mãezinha” batiza outras 373 canções.

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Na memória afetiva da professora de música Leila Borges, esse é o nome mais belo que existe, quando ela canta “Mãe”, de Zilanda Valentin.

A música pode ainda traduzir uma separação e um nó na garganta de quem segue o próprio caminho e leva o conselho materno no coração.

É o que vem à memória quando o analista em Tecnologia da Informação, Sergio Fonseca, canta “No Dia em Que Eu Saí de Casa”, de Joel Marques e Vicente Castillo.

O Sérgio falou sobre a lembrança da vida que essa música traz.

“Essa música me lembra quando eu vim pra Brasília, em 1975. Depois fui trabalhar no Rio de Janeiro e deixei minha mãe aqui. Essa música me lembra essa parte. É uma música muito emotiva pra mim”.  

Na lista do Ecad, o clássico “Mamãe eu Quero”, de Jararaca e Vicente Paiva, lidera o ranking de reproduções públicas nos últimos cinco anos.

A música foi composta em 1937, gravada pelos autores no mesmo ano e, depois, ganhou a voz da Pequena Notável, Carmen Miranda, em 1939.

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A rainha do rock brasileiro, Rita Lee, aparece em sexto lugar nas mais reproduzidas, com a música “Mamãe Natureza”, de 1974.

Para conferir o levantamento do Ecad, basta acessar a página ecad.org.br/noticias.

O Repórter Nacional deseja a todas as mães, de todas as melodias e famílias, um Feliz Dia das Mães!

 


Fonte: EBC Cultura

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