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Vice-presidente da Câmara pede aquisição de materiais para oficinas terapêuticas no Caps de Sorriso

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Os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) desempenham um papel essencial no cuidado em saúde mental, oferecendo atendimento humanizado e contínuo a pessoas com sofrimento psíquico. Dentro dessa proposta, as atividades terapêuticas são parte fundamental do processo de reabilitação e inclusão social dos usuários.

No entanto, para que essas ações sejam eficazes, é indispensável garantir o acesso a recursos materiais adequados.

Para atender o Caps de Sorriso, o vice-presidente da Câmara, vereador Emerson Farias (PL), está solicitando ao Poder Executivo a aquisição de material para as oficinas terapêuticas desenvolvidas.

Segundo ele, atividades como pintura, artesanato, música e culinária, por exemplo, são estratégias que auxiliam no desenvolvimento da autonomia, autoestima e sociabilidade dos pacientes. “Porém, sem materiais básicos como tintas, pincéis, instrumentos musicais, utensílios de cozinha, papéis e tecidos, essas práticas perdem seu potencial transformador”, lamenta.

Para o vereador, o investimento em insumos e materiais para o Caps deve ser visto como prioridade dentro das políticas públicas de saúde mental. “Garantir estrutura e recursos para as atividades terapêuticas é fortalecer a rede de cuidado e dar condições reais para que o Caps cumpra sua missão: cuidar, acolher e transformar vidas por meio da escuta, da criatividade e da inclusão”, defende Emerson na Indicação 390/25, subscrita por Diogo Kriguer (PSDB) e Brendo Braga (Republicanos).

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ATENDIMENTO – Para ter acesso ao atendimento do Caps basta comparecer à unidade com os documentos pessoais e o cartão SUS. O CAPS atende de segunda a sexta-feira, das 7 às 11 horas e das 13 às 17 horas, na Rua Adolino Bedin, no Jardim América.

Fonte: Câmara Municipal de Sorriso – MT

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

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O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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