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Vereadora solicita criação de bolsa para jovens de baixa renda estudarem música

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Crianças e adolescentes de famílias de baixa renda poderão receber uma bolsa para estudar música, caso o Poder Executivo atenda a Indicação 283/25, da vereadora Prof.ª Silvana (MDB), que tramitou na Casa.

A iniciativa cria a Bolsa Banda Musical, destinada a incentivar estudantes e integrantes das Bandas Musicais Municipais,

A parlamentar aponta que o objetivo é estimular o uso da música como ferramenta de inclusão social. “Os diversos projetos de inclusão pela música propiciam às crianças e jovens uma perspectiva de realização pessoal e de integração social que tem permitido, tantas vezes, que se afastem de atividades ilícitas e prejudiciais a eles mesmos e à coletividade”, destaca.

Silvana justifica que apesar do papel relevante desempenhado na sociedade, os integrantes das bandas enfrentam dificuldades financeiras para manter a sua participação, comprometendo, muitas vezes, a continuidade de suas atividades. “A concessão dessa bolsa, com critérios e valores a serem definidos conforme a disponibilidade orçamentária e as necessidades de cada integrante, garantirá uma compensação justa pelo tempo e esforço dedicado à atividade musical”, aponta, salientando que a ampliação das atividades pelas bandas fortalecerá a manifestação artística e cultural de Sorriso”.

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A indicação será enviada à municipalidade.

Fonte: Câmara Municipal de Sorriso – MT

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

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O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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