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Vereadora pede camisas com proteção solar para agentes comunitários de Sorriso

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Pensando na saúde dos agentes comunitários de Saúde (ACS) e de Endemias (ACE) que trabalham ao ar livre, em visitas domiciliares, muitas vezes sob sol intenso e por longos períodos, a vereadora Prof.ª Silvana Perin (MDB) está indicando ao Poder Executivo a aquisição de camisas com proteção UV, além de filtro solar. “A proteção contra os raios solares é uma questão não apenas de conforto, mas principalmente de saúde e segurança no trabalho”, frisa a vereadora.

Segundo ela, essas peças oferecem uma barreira eficaz contra os raios ultravioleta (UV), reduzindo os riscos de queimaduras, envelhecimento precoce da pele e, mais importante, o desenvolvimento de câncer de pele. “Esse tipo de vestuário é produzido com tecidos especiais, que possuem fator de proteção ultravioleta (FPU), bloqueando grande parte da radiação nociva sem comprometer a respirabilidade e o conforto. Além disso, camisas com proteção solar ajudam a manter a temperatura corporal mais estável, evitando a desidratação e a fadiga excessiva durante a jornada”, destaca.

Conforme a parlamentar, tanto a camisa UV como o protetor solar são itens fundamentais de proteção contra os danos causados pela radiação solar, funcionando como Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) que garantem a segurança dos agentes de saúde e endemias durante o desempenho de suas atividades externas. “Investir em uniformes adequados, como camisas com proteção contra o sol, e na distribuição de filtro solar demonstra cuidado com a saúde dos profissionais e promove melhores condições de trabalho, refletindo diretamente na qualidade da atenção prestada à população”, pontua.

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A Indicação 310/25 – subscrita pelos demais vereadores – foi apresentada na 10ª sessão ordinária.

Fonte: Câmara Municipal de Sorriso – MT

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

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O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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