Sorriso
Sorriso arrecada recipientes para o Banco de Leite do Estado
Sorriso
bom relembrar, até porque esse enunciado é muito especial. E se você já leu essa frase em algum lugar, sabe do que estamos falando. E pra quem nunca leu, esse é um pedido simples e que ajuda a salvar vidas: ao doar potes de vidro com tampas de plástico você pode auxiliar o Banco de Leite Humano de Mato Grosso. É nesses potes – de vidro com tampas de plásticos, que o Banco de Leite armazena o leite doado por várias mamães e posteriormente usado na dieta de bebês prematuros ou com alguma patologia que os impede de ser amamentados por suas mamães.
No Município não há banco de leite. Contudo, como explica a enfermeira Cátia Luciano, é feita a campanha com a coleta dos potes e encaminhamento do material ao Banco de Leite Humano em Cuiabá. “Hoje temos apenas dois produtos comercializados no pote de vidro e com a tampa de plástico, então há uma grande dificuldade em encontrar esse recipiente para doação”, frisa. Por isso, todos os municípios mato-grossenses recebem o material continuamente e o encaminham à Cuiabá. A entrega do pote pode ser feita em qualquer Programa de Saúde da Família (PSF). “É só lavar o pote e realizar a entrega”, orienta a profissional.
Cátia reforça que todo material é encaminhado para os bancos de leite do Estado. “É um gesto simples, de solidariedade, que garante a segurança alimentar e nutricional de bebês prematuros”, salienta.
Mais sobre o banco de leite humano
Em novembro de 2022 a Secretaria de Estado de Saúde lançou a campanha “Leite Materno: um Elo de Vida” direcionada ao estímulo da doação de leite materno. Cátia explica que toda mulher que amamenta pode ser uma doadora em potencial de leite humano, desde que produza além da necessidade do seu bebê.
“Contudo, como em Sorriso não há Banco de Leite Humano instalado, nosso foco está na doação e coleta desse recipiente”, explica.
Em Mato Grosso, existem três Bancos de Leite Humano, sendo dois em Cuiabá e um em Rondonópolis. Em Cuiabá, o Doutor José de Faria Vinagre está localizado no Hospital Geral, na Rua 13 de Junho, 2.101, centro, cujo horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, de 7h às 17h e aos sábados de 7h às 12h. Outras informações podem ser obtidas por meio do telefone (65) 3363-7035.
O segundo em funcionamento na capital está localizado no Hospital Universitário Júlio Muller, situado na Rua Luís Philippe Pereira Leite, s/n, bairro Alvorada. A unidade atende de segunda a sexta-feira, de 7h às 19h. O telefone e WhatsApp para mais informações é (65) 3615-7203.
Em Rondonópolis, o Banco de Leite Humano atende na Santa Casa, na Rua Acyr Rezende de Souza e Silva, 2.107, bairro Vila Birigui. O local funciona de segunda a sexta-feira, de 7h às 17h. O telefone para tirar dúvidas ou é (66) 3410-2785.
Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT
Sorriso
Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março
Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).
“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.
Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.
O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.
Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.
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