A coordenadora do CCPI, Silvana Bezerra, ressalta que a iniciativa contribui muito no desenvolvimento psicomotor dos idosos. “O CCPI conta diariamente com uma equipe multidisciplinar durante as atividades, e estas avaliações permitem um diagnóstico mais preciso para a formulação de cuidado mais personalizado para cada um deles”, finaliza.
Sorriso
Prevenção de quedas em idosos é tema de palestra no CCPI
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Visando orientar os idosos sobre os principais fatores de risco relacionados a quedas, bem como incentivar práticas de autocuidado e fortalecimento físico. Na manhã desta quinta-feira (24), o Centro de Convivência da Pessoa Idosa (CCPI) recebeu a equipe da Comissão de Integração de Serviço e Saúde (CIES), em uma dinâmica sobre prevenção de quedas em idosos. O evento foi conduzido pela fisioterapeuta Carla Di Domenico, que juntamente com os profissionais da Academia da Saúde e equipe eMulti, realizou um levantamento detalhado do Índice de Vulnerabilidade dos Idosos.
A iniciativa busca mapear as condições de saúde da população idosa, identificando possíveis fragilidades que exigem atenção especial, ensinar medidas preventivas para manter a saúde e a mobilidade, além de conscientizar sobre os riscos de quedas, principal causa de acidentes nessa faixa etária. Além das orientações e atividades interativas de grupo, a ação contou com serviços como avaliações básicas de saúde, como aferição de pressão arterial, cálculo de Índice de Massa Corporal (IMC), importantes indicadores de saúde na terceira idade e incluiu dinâmicas de interação em grupo.
“Quedas podem ter consequências graves para os idosos. Trabalhar a prevenção com orientações práticas e exercícios que podem ser incorporados no dia a dia faz toda a diferença, promovendo mais segurança, autonomia e qualidade de vida para os idosos”, explicou a fisioterapeuta Carla Di Domenico.
A avaliação de vulnerabilidade em idosos é realizada para identificar riscos à saúde, por meio de questionário aplicado que avaliam diversos aspectos, como mobilidade, cognição e perda de massa muscular, associada à sarcopenia, condição comum em idosos que pode comprometer significativamente a qualidade de vida. “Entre os procedimentos realizados, estão testes motores como a caminhada de quatro metros e a dinamometria de preensão palmar, que mede a força das mãos. Se a força estiver muito abaixo da média, é um indicativo importante de perda muscular”, explicou o educador físico da Academia da Saúde, João Ricardo.
Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT
Sorriso
Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março
Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).
“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.
Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.
O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.
Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.
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