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Presidente da Câmara solicita compra de partos para gestantes na rede privada de saúde em Sorriso

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O presidente da Câmara de Sorriso, vereador Rodrigo Matterazzi (Republicanos), apresentou a Indicação nº 27/2025, solicitando a compra de partos para gestantes do município na rede privada de saúde. A proposta visa garantir um atendimento ágil, seguro e humanizado às gestantes, enquanto o município estuda a viabilidade de construir uma maternidade pública.

Matterazzi destacou que a medida é uma resposta imediata às demandas da população, que tem crescido exponencialmente, e à necessidade de garantir atendimento adequado às gestantes. Ele argumentou que a compra de partos na rede privada não substitui o fortalecimento da rede pública, mas integra-se a um sistema de saúde mais amplo, colaborando com outras unidades, como as Unidades Básicas de Saúde (UBS).

O vereador enfatizou que a iniciativa reflete o compromisso da administração municipal com a saúde da população, especialmente com o bem-estar das gestantes. “Esta medida é um passo importante para garantir que todas as famílias, independentemente de sua condição socioeconômica, tenham acesso a um atendimento de qualidade e humanizado”, afirmou.

Além disso, Matterazzi ressaltou que a proposta busca evitar que gestantes precisem se deslocar para outros municípios para realizar o parto, o que muitas vezes envolve custos adicionais, como passagens de transporte. A medida também visa cumprir a norma constitucional que garante o acesso universal aos programas de saúde.

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Outro ponto destacado pelo presidente da Câmara é que a compra de partos na rede privada pode atrair mais profissionais de saúde para o município, já que fomenta a demanda por médicos e equipes especializadas em atendimento obstétrico. “Isso pode ser um atrativo para que mais profissionais se interessem em prestar serviços e se estabelecerem em Sorriso”, explicou.

Matterazzi concluiu seu pedido solicitando ao Poder Executivo Municipal que atenda à indicação o mais breve possível, garantindo assim uma solução imediata para as gestantes do município enquanto estudos e projetos para a construção de uma maternidade pública são desenvolvidos.

A proposta agora aguarda análise e posicionamento do Executivo Municipal, que deverá avaliar a viabilidade e os impactos da medida na rede de saúde de Sorriso.

Fonte: Câmara Municipal de Sorriso – MT

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

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O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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