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Mototaxistas se reúnem com o Executivo para pedir curso específico e autorização de pontos cobertos

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A cobertura de pontos de mototáxi e a oferta de curso específico para a obtenção de alvará aos seus profissionais foram as principais demandas apresentadas pela Associação dos Mototaxistas ao prefeito interino Acacio Ambrosini e os secretários municipais Adriano Denardi (Secretaria de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil) e Hilton Polesello (Secretaria de Governo), na manhã de hoje (8).

As reivindicações da categoria já haviam sido apresentadas ao vereador Brendo Braga (Republicanos) que intermediou a reunião entre a classe e o Executivo.

No encontro, a associação explicou que a falta de um curso para mototaxistas, especializado e regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em Sorriso, está impedindo alguns profissionais de atuarem, já que sem ele a Prefeitura não concede alvará.

Para essa situação, a categoria pediu apoio da Prefeitura para viabilizar a capacitação. “Para que o instrutor venha até Sorriso precisamos dispor de um grande número de profissionais por causa do alto valor cobrado, mas nós não temos”, lamentou.

Para resolver essa situação, de imediato o Executivo vai prorrogar o prazo de cobrança do alvará até que o curso seja viabilizado com o apoio da pasta de Segurança Pública.

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Quanto aos pontos cobertos, a autorização será estudada pela pasta de Governo.

Na opinião de Brendo, o encontro foi satisfatório. “Ficamos contentes porque nós havíamos nos comprometido em conversar com o Executivo sobre essas demandas e hoje encontramos uma solução para que nossos mototaxistas, que atuam com excelência há tantos anos em Sorriso, possam trabalhar com dignidade”, finalizou Brendo.

Estiveram ainda na reunião o vereador Toco Baggio e os secretários adjuntos Cledson Assis (Governo) e Gilvano de Ávila (Segurança Pública).

Fonte: Câmara Municipal de Sorriso – MT

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

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O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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