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Executivo dialoga com Sinsems e Câmara sobre equiparação salarial dos professores

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A partir da próxima semana, grupo de trabalho avança no estudo da solicitação

“Queremos resolver, temos esta disponibilidade para dialogar e, em conjunto, criar soluções”, afirmou o prefeito Alei Fernandes durante reunião realizada na manhã desta sexta-feira (24) com o objetivo de se alcançar um denominador comum para a equiparação salarial dos professores.

Realizada no Centro Municipal de Formação para Profissionais da Educação (Cemfor), a reunião permitiu a conversa franca entre professores, representantes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sinsems), da Câmara de Vereadores e do Executivo Municipal.

O Sinsems solicita a recomposição salarial de 26,21%, para os professores, apontando uma defasagem de 10,94% no acumulado dos últimos nove anos. “É muito importante a abertura da gestão para o diálogo”, declarou o presidente do Sinsems, Leocir Faccio, reiterando a importância da responsabilidade neste processo.

Para seguir o processo de análise, em que seja possível equacionar o “o que está sendo pedido” e “o que é viável conceder”, foi estruturado um grupo de trabalho, que vai estudar a questão à luz dos números da arrecadação.

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“É preciso ter muita atenção na análise destes números, porque quando falamos em crescimento acelerado de Sorriso, também precisamos lembrar que crescem também as demandas”, ponderou o prefeito.

Presidente do Legislativo, Rodrigo Materazzi afirmou que os vereadores estão engajados em achar a melhor solução, sempre focados em um diálogo com responsabilidade.

Após a constituição do grupo de trabalho, com dois representantes de cada instituição, a primeira reunião ficou agendada para segunda-feira (27 de janeiro), às 14h30, na Secretaria de Administração (Semad), que funciona no Paço Municipal.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Casos de perturbação de sossego têm leve queda em março

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Caixa de som potente e você tem certeza de que todo mundo ama a mesma música que você tá ouvindo! Volume no talo, afinal, ainda não são 22 horas. Tudo certo, então, confere? Não. Tá tudo errado e pessoas com este tipo de conduta são fortes candidatos a receberem uma visita da Guarda Municipal de Trânsito (GMT), junto com representantes da Polícia Militar (PM) e do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF).

“Há uma cultura estabelecida que é possível manter o som alto até as 22 horas e isso é totalmente equivocado”, explica o coordenador da GMT, Márcio Pires. Neste ano, até agora, já foram registrados 528 atendimentos a denúncias de perturbação do sossego. Janeiro foi o recordista de ocorrências, com 193 registros, sendo 179 em residências e 14 em empresas.

Já nos 28 dias de fevereiro, foram registradas 158 ocorrências, sendo 141 em residências e 17 em empresas. Em março, com 31 dias, a GMT registrou uma leve redução: 145 ocorrências, sendo 140 em residências e cinco em empresas.

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O trabalho da GM é integrado ao da Polícia Militar (PM) e ao do Núcleo Integrado de Fiscalização (NIF) e tem como meta não apenas agir de maneira corretiva, mas principalmente educativa. “A perturbação do sossego pode ser tratada como crime ambiental, quando auferido por equipamento, mas também podemos atender com o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO)”, destacou, ainda na semana passada, o comandante do 12.º Batalhão da Polícia Militar de Sorriso, tenente-coronel Jorge Almeida, complementando que os aparelhos de som são recolhidos e os casos seguem para tramitação como processo judicial.

Secretário de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil (Semsep), Nerci Adriano Denardi lembrou que não é preciso que o som seja de “tremer as paredes” para que seja configurada a perturbação do sossego, nem mesmo há um horário permitido para que o barulho esteja “lá nas alturas”. Ou seja: o som passou dos limites do muro e pode ser ouvido pelos vizinhos, mesmo que seja pela manhã, por exemplo? Já é perturbação do sossego. Nestes casos, a orientação é acionar a GMT pelo 66 99668-2034.

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