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PSFs também garantem atendimento a pessoas infectadas

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Diante do aumento de casos de dengue, chikungunya e zika na cidade, desde o final de 2024, a Prefeitura de Rondonópolis, através da Secretaria Municipal de Saúde, vem garantindo atendimento médico a todas as pessoas com sintomas dessas doenças nas mais de 60 unidades de saúde do Programa Saúde da Família (PSF) espalhadas pelos bairros. A medida vem garantindo uma diminuição no fluxo de pacientes em busca da UPA.

Em função da situação, houve uma determinação da Secretaria Municipal de Saúde para que todas as pessoas infectadas que buscam os PSFs recebam atendimento médico. Assim, pessoas com sintomas dessas doenças, como febre, dor nas articulações e dor de cabeça, podem buscar atendimento nas unidades de saúde mais próximas de casa. Havendo casos mais graves e complicados, os pacientes são direcionado para UPA.

Com essa ação, vem havendo uma pulverização nos atendimentos de pessoas infectadas com arboviroses na cidade, que antes vinham procurando com maior intensidade a UPA, na Rua Rio Branco. Além disso, o município já vem começando a registrar uma diminuição no número de notificações dessas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

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Além de febre, dor nas articulações e dor de cabeça, a dengue e chikungunya também são caracterizadas por diarreia, náuseas e vômito, manchas vermelhas no corpo e dores musculares.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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