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Presidente do CRM é o 1º convocado da CEI

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Presidente do CRM é o 1º convocado da CEI. O presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de Mato Grosso (CRM-MT), Diogo Leite Sampaio será o primeiro a ser ouvido nas oitivas da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investiga a Santa Casa, na terça-feira (8), às 16h, na Câmara Municipal. Ele foi convocado oficialmente pela CEI na manhã desta quinta-feira (3) e esse encontro marcará um passo significativo na investigação. O presidente da CEI, Ibrahim Zaher, enfatizou que todo o processo está sendo conduzido com responsabilidade e que as formalidades serão respeitadas. Ele deixou claro: “A CEI tem formalidade, legalidade e responsabilidade. Ninguém aqui está brincando.” Isso significa que todas as convocações e procedimentos serão feitos de forma oficial e transparente. “A intenção é garantir que tudo ocorra dentro da lei e com total seriedade. A investigação da Santa Casa é um assunto delicado e que merece atenção rigorosa”, disse. Outro ponto relevante é que as oitivas serão fechadas ao público até que esta fase da investigação seja concluída. “Isto é para preservar a integridade da entidade e evitar que o processo se transforme em algo meramente politiqueiro. A seriedade deste inquérito é fundamental para garantir que todas as questões sejam tratadas com o respeito e a atenção que merecem”, finalizou.

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Fonte: Câmara de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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