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Prefeitura atesta que ofereceu todo o suporte ao jogo entre União e Vasco no Estádio Lutero Lopes

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Adjunta de Esporte, vem a público esclarecer a informação presente na nota oficial emitida pelo União Esporte Clube, na qual afirma que “toda a diretoria buscou apoio para a manutenção do jogo [entre União e Vasco] em Rondonópolis, inclusive tendo acionado o Poder Público Municipal, sem resposta positiva”.

Nisso, assegura que, até a presente data, não há registro de qualquer solicitação formal ou informal direcionada à Secretaria referente ao evento e à solicitação de apoio por parte do clube. Conforme determina a legislação municipal, qualquer pleito relacionado à captação de recursos ou apoio institucional deve ser formalmente submetido à Secretaria, respeitando os trâmites administrativos e os princípios da legalidade, publicidade e eficiência que regem a Administração Pública.

A gestão repudia veementemente a alegação infundada de que o Poder Público Municipal não ofereceu suporte. Pelo contrário, a Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer diz que mobilizou diversas secretarias para garantir as adequações exigidas para a realização do evento esportivo em Rondonópolis.

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Entre as ações realizadas, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) cedeu as tintas e, junto à equipe do estádio, realizou a pintura da escadaria e a demarcação dos estacionamentos interno e externo do estádio, além de solicitar apoio voluntário de 4 agentes de trânsitos para o dia do jogo. A Companhia de Desenvolvimento de Rondonópolis (CODER) executou a poda do gramado e a limpeza interna e externa do estádio. O Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (SANEAR) realizou serviços de reparos hidráulicos, e a Secretaria Municipal de Saúde ficou responsável pela instalação de climatizadores e reparos elétricos. E a secretaria Adjunta de Esporte e Lazer providenciou a modificação dos portões de emergência, atendendo às exigências do Corpo de Bombeiros Militar, o que possibilitou a emissão do laudo necessário para que o estádio atinja sua capacidade máxima de público.

Além disso, os administradores do Estádio Engenheiro Luthero Lopes também se reuniram com representantes das torcidas organizadas, incluindo Torcida Jovem, Torcida TUF e UNICHOPP, para garantir as melhores condições aos torcedores para a partida.

Diante dos fatos, a Prefeitura de Rondonópolis reafirma seu compromisso com o esporte e a comunidade, ressaltando que todas as ações necessárias foram realizadas para que o jogo entre União e Vasco ocorra com a estrutura e segurança adequadas.

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Marcos Paulo Martins da Silva
Secretário Adjunto de Esportes

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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