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Prefeito recebe projeto de implantação da Unidade de Acolhimento Adulto

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Servidores da Secretaria Municipal de Saúde entregaram nesta terça-feira (12) ao prefeito José Carlos do Pátio o projeto para implantação do serviço de acolhimento adulto voltado para pessoas em situação de vulnerabilidade social que são dependentes químicos.

O projeto foi elaborado como trabalho de conclusão do curso de especialização em Saúde Mental e Atenção Psicossocial dos servidores Dari Douglas Corrêa Vargas, Flávia Cardoso e Katiane de Souza Passos Silva, realizado na Escola de Saúde Pública de Mato Grosso.

A secretária de saúde do município, Ione Rodrigues, participou da entrega do projeto ao prefeito. Pátio comentou que o município está avançando no atendimento de saúde mental e que já conta com um espaço adequado para realizar o serviço, inclusive alguns mobiliários já foram comprados para o local.

O serviço da Unidade de Acolhimento Adulto recebe pessoas que estão em tratamento da dependência química junto ao Centro de Atenção Psicossocial (Caps AD) e que não tenham vínculo familiar e nem moradia fixa na cidade.

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O psicólogo Dai Douglas explicou que o projeto é completo e aponta desde os custos de manutenção com fornecedores e funcionários até um fluxograma de atendimento dos dependentes. Ele acrescentou que o serviço na “casa” é transitório, sendo que cada usuário pode permanecer nela por até seis meses.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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