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Prefeito Pátio e Paulo José vão a Brasília para contatos no Tesouro Nacional e Ministério das Cidades

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O prefeito José Carlos do Pátio e o diretor-presidente do Sanear, Paulo José, estiveram nesta quarta-feira (4) em Brasília (DF) participando de algumas reuniões importantes na Secretaria do Tesouro Nacional e no Ministério das Cidades, onde foram ampliar contatos e renovar parcerias de interesse do município.

A comitiva rondonopolitana que contou inclusive com a presença do Senador rondonopolitano Wellington Fagundes (PL), participou de uma reunião na Secretaria do Tesouro Nacional onde discutiram a viabilidade de realização de operações de crédito com o Banco do Brasil. Conforme externou Paulo José, “o nosso objetivo era buscar financiamento para ampliar os investimentos públicos em nosso município”.

O prefeito Pátio e o diretor do Sanear, também visitaram o Ministério das Cidades, focando especialmente na área da Habitação, onde o município já vem recebendo um apoio fundamental do Governo Lula, por intermédio do Ministro Jader Barbalho Filho.

Pátio explicou que desde a entrega dos 1.440 apartamentos em março deste ano até a retomada da segunda etapa com mais 1.152 apartamentos, vem percebendo que as políticas habitacionais do governo federal voltaram com tudo e estão beneficiando significativamente nossa população.

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E destacou: “Rondonópolis está avançando muito em diversas políticas públicas. Na área da Habitação, temos recebido um apoio muito importante do Governo Lula, através do Ministro Jader Filho”.

Em pouco mais de 15 dias, essa é a segunda viagem do prefeito a capital federal, onde tem mantido importantes contatos com representantes do Governo Lula, de quem tem recebido, significativos apoios, quer seja através da criação de parcerias para projetos de desenvolvimento, bem como, para estabelecimento de convênios para repasse de recursos públicos para serem aplicados em políticas públicas de resultados no desenvolvimento do município.

Durante a visita ao Ministério das Cidades, O prefeito e Paulo José acabaram convidando o ministro Jader Filho para visitar a cidade futuramente, na data da entrega dos 1.152 apartamentos, e o ministro se comprometeu em estar aqui na cidade, para prestigiar a solenidade de inauguração e entrega.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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