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Prefeito garante ampliação no atendimento para portadores e fibromialgia

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Os portadores de fibromialgia terão mais celeridade no tratamento. A garantia foi dada à Associação Gente de Fibra de Mato Grosso (Agefibro MT) pelo prefeito José Carlos do Pátio, durante a reunião realizada nesta terça-feira (12). Na oportunidade, ficou acertado o aumento de 200 consultas de reumatologista, ou a contratação de mais um especialista, e a contratação de mais um psiquiatra para a rede.

A associação que ainda não tem sede também teve garantia de uma sala para atender os pacientes com fibromialgia.
A doença causada por uma inflação nos nervos, que causa dores crônicas, necessita de acompanhamento de múltiplos profissionais, entre médicos, psicólogo, terapeuta ocupacional, educador físico e, em alguns casos, fisioterapeuta.

A estimativa é que Rondonópolis tenha cerca de 400 pacientes com laudo, que usam a estrutura do sistema de saúde pública, que também passará a proporcionar a estes doentes exercícios de alongamento.

“Essa doença, ela não aparece e a pessoa sente muita dor. Ela afeta o psicológico porque a doença existe mas o roxo não aparece. Estamos ampliando os atendimentos médicos de reumatologista e de psiquiatra para atender essas pessoas”, afirmou o prefeito.

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A presidente da Agefibro MT, Eliane Barbosa Rocha, disse estar contentes com as decisões tomadas. Agradecemos o prefeito e equipe por nos ouvirem e atenderem toda nossa pauta de reivindicação. “Saímos com a promessa de mais atendimento médico e exercícios para nós e um local para fazermos o atendimento. Temos que agradecer”, destacou.

SIMPÓSIO E CAPACITAÇÃO
Associação e prefeito também desejam que a doença seja mais conhecida. Neste sentido, ficou aprovada a realização de um simpósio sobre fibromialgia com especialistas sobre a doença.

No intuito de ampliar o atendimento e capacitar mais profissionais para atuarem na rede que ampara pessoas com a doença, município e associação vão construir a minuta de um curso que pode ser técnico ou tecnológico de terapia ocupacional, cuja solicitação será encaminhada posteriormente para integrar o escopo de cursos ofertados pelo estado na cidade.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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