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Município realiza no sábado dia recreativo para estudantes deficientes

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Alunos com deficiência da rede municipal de ensino participam de um dia de jogos e recreação no próximo sábado (23) pela manhã, na Vila Olímpica. A atividade marca a participação da cidade no Festival Lúdico Paralímpico Brasileiro. As crianças irão participar de um circuito com seis jogos diferentes. A proposta não é competir, e sim, proporcionar momentos de diversão para as crianças entre 7 e 12 anos.

A manhã será de muita agitação. Ao todo serão seis modalidades diferentes para os estudantes se exercitarem: corrida, salto em distância, arremeço de pelota, vôlei e basquete adaptados e estafetas (uma espécie de corrida em que as crianças precisam cumprir tarefas fáceis).

As crianças terão transporte e lanche e serão acompanhadas dos professores, pais ou responsáveis e cuidadores. O objetivo é que os alunos com surdez, baixa visão, deficiência física ou intelectual e autistas tenham uma manhã de lazer.

Está é a segunda etapa do festival. Duas datas marcam as atividades paralímpicas nesta semana. Na quinta-feira, 22 de setembro, é o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência e na sexta, 23 é comemorado o Dia Nacional do Atleta Paralímpico.

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A estimativa das Secretarias de Esporte Lazer é que 178 estudantes paratletas participem da data comemorativa que no Brasil deve reunir em 152 locais diferentes em todo o Brasil, mais de 21 mil paratletas que participarão concomitantemente de jogos e atividades recreativas.

“O esporte faz parte de uma parte importante da socialização da criança com outras colegas e também irá melhorar a aptidão física e o ganho da independência e autoestima dela. Para nós é uma satisfação estar junto neste programa paralímpico nacional. O prefeito José Carlos do Pátio fez questão de promover momento de lazer e inclusão para as crianças das nossas escolas”, destacou a secretária de Esporte e Lazer, Susan Meire Binha.

A secretária lembrou o caso da aluna Ana Clara Lima Siqueira, do 5º ano da Escola Municipal Alcides Pereira dos Santos, que mesmo com baixa visão se tornou campeã nacional, sendo recordista em salto em distância.

Para realizar as atividades, foi feita parceria com entre as secretarias de Esporte e Lazer, Educação e Promoção e Assistência Social.

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Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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