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Município elenca obras para pleitear verba federal

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O prefeito José Carlos do Pátio se reuniu nesta segunda-feira (09) com seus secretários para elencar as obras que podem ser apresentadas para serem inseridas no Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) lançado pelo Governo Federal.

A instrução do prefeito José Carlos do Pátio para o primeiro escalão do município é ser ousado na apresentação de projetos visando verba do novo PAC. “Se temos como organizar, vamos apresentar os projetos e trabalhar em boas justificativas para conseguirmos os recursos. O que desejamos nesta gestão é distribuir renda e isso acontece quando levamos uma creche para os bairros, quando levamos rede de esgoto ou um aslfato. Isso é dignidade. Isso é cidadania”, finalizou o prefeito.

Entre os projetos que serão pleiteados estão creches, escolas em período integral, novas unidades para atendimento de saúde, duas novas áreas de esportes – as Areninhas. Além disso, uma estrutura do Convive, local em que são feitas atividades culturais e de empreendedorismo.

As maiores demandas se referem à infraestrutura e saneamento ambiental. Somados serão 49 projetos referentes à drenagem, distribuição de água, rede esgoto, e também elevatórias. Neste PAC, a novidade são as usinas fotovoltaicas para os órgãos. Duas estão sendo pleiteadas para a cidade pelo Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear).

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No setor de trânsito e transporte, novos ônibus coletivos, um terminal e organização de via exclusiva para ônibus, também foram cogitados.

Para a zona rural, a possibilidade aberta foi organização e ampliação do abastecimento de água para as aldeias, o que será projetado visando ampliação das redes existentes, mesmo que o município tenha investido neste tipo de obra com recursos próprios.

No urbanismo, Rondonópolis se encaixa em projetos de regularização fundiária, outro setor que está avançado no município, que nesta gestão está com mais de 30 mil escrituras entregues nos bairros.

Nos próximos dias, os secretários continuarão se reunindo e estudando a viabilidade de pleitearem mais verbas do PAC com apresentação de novos projetos, tendo em vista que municípios que possuem obras do PAC 1 e PAC 2 podem ser contemplados com novos projetos visando a consolidação da rede de educação, assistência social e saúde nos locais em que foram construídas casas e prédios residenciais com verba federal.

Os projetos dependem de aprovação pela União para a liberação dos recursos para execução.

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Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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