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Lideranças comunitárias de mais três bairros são recebidas e apresentam demandas ao prefeito

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Com uma agenda bastante movimentada, lideranças de, pelo menos, três importantes bairros da região da grande vila Operária foram recebidos na tarde desta quarta-feira (20), no salão de reuniões do Paço Municipal pelo prefeito José Carlos do Pátio, que ouviu diversas demandas e se comprometeu em atendê-las o quanto antes possível.

A primeira reunião aconteceu por volta das 15h e contou com a presença de uma grande representação de moradores da região do Jardim das Flores que foram até o prefeito reivindicar a definição de uma data para a entrega dos títulos de propriedade do programa de regularização fundiária da prefeitura, que já beneficiou mais de 34 mil famílias na cidade, e no bairro deve beneficiar cerca de 400 famílias.

Conforme a secretária de Habitação Huani Rodrigues, mais da metade dos títulos já estão prontos e o restante, já está sendo providenciado, pois haviam pendências documentais que ou já foram, ou estão sendo sanadas.

Os representantes do bairro, ainda pediram agilidade na conclusão da rotatória da duplicação da avenida Bandeirantes que dará acesso ao bairro; pediram a conclusão da reforma/ampliação da Escola Princesa Isabel; a construção das calçadas no bairro, e ainda a conclusão da duplicação da Bandeirantes dentre outras solicitações.

Pátio falou sobre os inúmeros investimentos realizados na região, que ele o então secretário de Habitação Paulo José Correia, fizeram no bairro, levando abastecimento de água, rede de esgoto, iluminação de led, construção da escola, pavimentação asfáltica, e agora a regularização fundiária que proporciona qualidade de vida e cidadania, já que os moradores vão passar a serem considerados legítimos proprietários de suas moradias, podendo inclusive, fazer financiamentos para melhorias entre outras.

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Ao final do encontro o prefeito consultou a sua agenda e deliberou para o próximo dia 26/03, a entrega dos títulos aos moradores.

JARDIM SUMARÉ

A segunda reunião com lideranças comunitárias do Jardim Sumaré, aconteceu logo depois da reunião com o pessoal do Jardim das Flores.

Como o bairro em si já recebeu inúmeros investimentos públicos da prefeitura, a comissão de representantes do bairro, lideradas pela vice-presidente, Benedita Paes de Barros apresentou uma pauta bem enxuta: eles solicitaram ajuda ao prefeito, para a reforma/reconstrução do salão comunitário do bairro, para que a comunidade possa ter um espaço próprio para as suas reuniões sociais, suas atividades comunitárias, enfim; para o exercício da sua cidadania coletiva.

Pátio após fazer uma explanação das realizações efetuadas na região que ele considera muito bem assistida, em razão dos altos investimentos da administração pública, se comprometeu em ajudar a comunidade, autorizando a equipe de engenharia da Sempras – Secretaria Municipal de Promoção e Assistência Social, a fazer o projeto básico de construção e apresentá-lo à licitação no mais curto espaço de tempo.

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Conforme a secretária Fabiana Rizati, isso deve acontecer no mais tardar até a primeira semana de abril.

LUZ DAYARA

A terceira reunião com lideranças comunitárias da tarde, aconteceu por volta das 16h30 e reuniu lideranças do bairro Jardim Luz Dayara, localizado na região da grande Vila Operária, que foi liderada pela presidente Rose.

Da mesma forma que o Jardim Sumaré, os moradores do Luz Dayara, solicitaram ao prefeito a construção de um salão comunitário, para que possam se reunir e realizar as suas ações sociais.

Eles também solicitaram a construção de uma faixa elevada em frente à creche João César Rodrigues.

Pátio autorizou as duas demandas da comunidade. Ele autorizou a secretária de Transporte e Trânsito, Priscila Stefany Paiva a realizar a obra solicitada. Ele ainda autorizou a secretária de Promoção e Assistência Social – Fabiana Rizati a elaborar o projeto de construção do salão comunitário do bairro, conforme solicitado pelos moradores.

Ao final da reunião José Carlos do Pátio ainda assinou a autorização para a regularização fundiária em mais três bairros: Residencial Altamirando, Alfredo de Castro III e Maria Amélia.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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