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Gestão prepara modernização da Avenida Rotary e maior ciclovia de Rondonópolis

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Dentro das ações programadas para marcar os 100 primeiros dias de governo, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, revelou que já está pronto o projeto para implementação da maior ciclovia do município, interligando o setor industrial ao maior núcleo populacional do perímetro urbano. A ciclovia vai começar na Avenida Otaviano Muniz, próxima à BR-364, seguirá pela Lions Internacional, Avenida Rotary Internacional (Brasil), Rua Filinto Muller e chegando à Avenida Irmã Bernarda, no Conjunto São José.

Além da ciclovia, o projeto contempla a modernização da Avenida Rotary e construção de corredores de ônibus, devendo ser realizado em etapas. “A ciclovia faz parte do contexto de modernização da mobilidade urbana, de pacificar o trânsito, de criar elementos construtivos mais humanizados, deixando a cidade mais bonita e acolhedora. Faz parte de uma tendência global na qual qual as cidades não podem ser pensadas só para carros. Temos de pensar em alternativas”, justificou o gestor, apontando que as alternativas passam por investimentos no transporte coletivo e em ciclovias.

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Prefeito Cláudio Ferreira no ponto de finalização previsto para a ciclovia, na Avenida Irmã Bernarda

A licitação da primeira etapa do projeto deve sair ainda este ano. Em relação à modernização da Avenida Rotary, a popular Avenida Brasil, Cláudio Ferreira informa que o projeto vai abranger o alargamento das pistas, a ciclovia, implantação de corredores de ônibus, nova iluminação, arborização, a completa urbanização da via. “Nós vamos deixar a cidade mais bonita, humanizada, segura, acolhedora, atrativa e realmente feita para as pessoas prosperarem e serem felizes”, analisou o gestor.

Perspectiva da ciclovia que atravessará a cidade de ponta a ponta

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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