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Curso de Pregoeiros fortalece a excelência nas compras públicas em Rondonópolis

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Servidores da Superintendência de Compras e Licitações, da Secretaria Municipal de Administração, Gestão de Pessoas e Inovação de Rondonópolis, participaram nesta semana do 20º Congresso Brasileiro de Pregoeiros, em Foz do Iguaçu (PR) — o maior evento nacional voltado a profissionais que atuam diretamente na área de compras públicas e licitações.

Reconhecido como uma das principais referências para capacitação e troca de experiências entre pregoeiros, agentes de contratação e especialistas da área, o Congresso proporciona um ambiente de aprendizado contínuo, atualização normativa e aperfeiçoamento das boas práticas em processos licitatórios.

A participação no evento reforça o compromisso da gestão municipal com a profissionalização do serviço público, especialmente em setores estratégicos como o de compras e contratações. “Estar presente nesse encontro nos permite desenvolver habilidades técnicas e operacionais, além de promover uma valiosa troca de experiências com colegas de diversas regiões do país. Essa integração amplia nossa visão e permite trazer soluções práticas e inovadoras para a realidade de Rondonópolis”, destaca Rafaelly Rezende, pregoeira do Município.

O secretário municipal de Administração, Gestão de Pessoas e Inovação, Luciano Rodrigues, ressalta a importância da capacitação contínua dos servidores: “Dentro do plano de governo do prefeito Cláudio Ferreira, temos os projetos ‘Tudo em Casa’, que visam capacitar tanto os servidores da área administrativa para processos de licitação quanto os empresários locais, preparando-os para participar efetivamente dos processos licitatórios. Essa iniciativa busca ampliar a participação das empresas locais nas compras públicas, fortalecendo a economia regional e garantindo maior eficiência nas contratações”.

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Legenda – Servidores municipais no evento em Foz do Iguaçu

Além da capacitação, os servidores também têm acesso a painéis com especialistas renomados, debates sobre os impactos da Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), governança nas contratações públicas, inovação e tecnologia aplicadas aos processos licitatórios, entre outros temas relevantes.

A presença dos servidores de Rondonópolis no congresso reafirma o compromisso da administração pública com a eficiência, a transparência e a qualificação constante dos profissionais que atuam diretamente na gestão dos recursos públicos.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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