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Prefeitura de Cuiabá reforça proteção às mulheres com van do projeto “Cuiabá Acolhe Mulheres”

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher e do Núcleo da Primeira-Dama, lançou na segunda-feira (16), na Avenida Mato Grosso, a van do projeto “Cuiabá Acolhe Mulheres”, iniciativa que oferecerá atendimento e orientação às vítimas de violência durante o Carnaval, com suporte prestado diretamente onde a mulher estiver.

A proposta é garantir acolhimento com escuta qualificada, sigilo e resposta ágil, ampliando o alcance das políticas públicas voltadas às mulheres, com atuação integrada à rede municipal e às instituições parceiras.

De acordo com a secretária municipal da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, o atendimento será realizado por psicóloga, assistente social ou policial militar, conforme a natureza da ocorrência.

“A equipe fará a triagem, prestará orientações e encaminhará a mulher aos serviços da rede de proteção, como Saúde, Assistência Social, Secretaria da Mulher e outros órgãos públicos, de acordo com cada situação. O projeto aproxima os serviços do poder público das mulheres, garantindo que nenhuma fique sem acolhimento, orientação ou acompanhamento”, destacou Hadassah.

A primeira-dama e vereadora por Cuiabá, Samantha Iris, responsável pela viabilização do projeto, explica que as mulheres também receberão orientação sobre medidas legais, como o registro de boletim de ocorrência, além da inclusão nos programas da Diretoria de Enfrentamento à Violência.

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“A proposta é garantir que essa mulher seja acolhida no momento em que mais precisa, receba a orientação correta e seja inserida na rede de proteção para acompanhamento contínuo. Cada situação será analisada de forma individualizada, com atendimento humanizado e sigiloso”, destacou.

A unidade funcionará 24 horas por dia, mediante solicitação de órgãos que integram a rede municipal de atendimento. Unidades de saúde, como UPAs, e demais órgãos públicos poderão acionar a equipe quando houver atendimento à mulher em situação de violência. O veículo se deslocará até o local indicado para prestar o suporte necessário, e cada caso será avaliado individualmente.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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