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Revitalização do Centro Histórico de Diamantino é destaque no Fórum do Patrimônio Mato-Grossense

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O ambicioso projeto (Re) Viva Diamantino, da Fundação Getúlio Vargas (FVG), de revitalização do Centro Histórico de Diamantino, foi destaque durante o Fórum do Patrimônio Mato-Grossense. O evento foi realizado de 11 a 12 de novembro pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Mato Grosso (CAU/MT), no Teatro do Sesc Arsenal, em Cuiabá (MT) e contou com a participação de secretários e técnicos da Prefeitura Municipal.

A secretária de Cultura e Turismo de Diamantino, Raquel Valéria Siqueira de Pinho, conta que o projeto de revitalização do Centro Histórico de Diamantino foi citado por diversas vezes nos dois dias do evento.

“Ficamos muito orgulhosos, porque mostra a grande repercussão do (Re) Viva, uma iniciativa que é resultado de uma parceria do poder público, com o empresariado e a sociedade civil organizada com o objetivo de resgatar a importância histórica da cidade, através de um amplo processo de valorização e requalificação do seu Centro Histórico”, aponta a gestora.

O secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Kelber Fernando Keller, também comemora o sucesso do projeto. Ver o município de Diamantino sendo abordado com tanto entusiasmo e principalmente carinho, nos encheu ainda mais de orgulho. Tivemos a oportunidade de compreender ainda mais todo o contexto da revitalização e com toda a certeza ela vai muito além do que os munícipes imaginam”.

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E acrescenta: “Esse Fórum trouxe também uma excelente reflexão sobre a importância de mantermos o patrimônio histórico cultural vivo nas cidades e com certeza em especial em Diamantino”.

No segundo dia, os participantes assistiram a palestra Projeto de revitalização do Centro Histórico de Diamantino/MT” com Maria Regina Pontin de Mattos, Isabel Ballesté, Francyla Bousquet Santos.

Também representaram Diamantino no evento a Mylene Wirgues Paese, coordenadora de Patrimônio da Secretaria de Cultura e Turismo, a assessora Adriane Schmitt e a arquiteta Aline Andrade Borges, ambas da Secretaria de Obras e Infraestrutura.

Com o investimento de R$ 25 milhões, a revitalização contemplará quatro prédios e uma praça, sendo os dois museus do município, a Casa Memorial dos Viajantes e Langsdorff. As ações também abrangem a Biblioteca Municipal Monteiro Lobato, a Praça Major Caetano Dias e a criação de um Centro de Gastronomia na área, além de algumas vias pontuais do Centro Histórico.

“O projeto visa não apenas o resgate de sua história e a restauração de seu patrimônio arquitetônico, mas também a promoção da sustentabilidade, inclusão social e impulso ao desenvolvimento econômico”, acrescenta Raquel Pinho.

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Sobre o Fórum

O Fórum foi divido em três eixos de abordagem, sendo eles, Patrimônio arquitetônico: Práticas de projeto e execução; Formação de Políticas Públicas e Parcerias nas Áreas de Patrimônio; e Memória e salvaguarda dos patrimônios materiais, imateriais e arqueologia.

Participaram renomados nomes da área de atuação, como Isabel Ballesté, Jorge Tinoco, Luciana Pelaes Mascaro, Francyla Bousquet Santos, Maria Regina Pontin de Mattos dentre outros que compuseram as 10 palestras e outras quatro mesas redondas.

Na oportunidade, os participantes puderam entender mais sobre temas como: as práticas e abordagens envolvidas na preservação do patrimônio arquitetônico; como integrar políticas públicas, parcerias público-privadas (PPPs) e a participação comunitária para garantir a preservação efetiva do patrimônio cultural; a influência estrangeira na arquitetura cuiabana; e outros.

O evento teve como público alvo profissionais, estudantes, gestores municipais e estaduais, além de órgãos e instituições que lidam com Patrimônio Histórico e cultural no Mato Grosso.

Fonte: Prefeitura de Diamantino MT

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Em defesa da população, prefeito Chico Mendes cobra respostas da Águas de Diamantino durante audiência pública

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Em audiência pública realizada nesta quarta-feira (14.10), no Mini Centro Olímpico Darcy Capistrano, em Diamantino, foram discutidos os problemas no abastecimento de água e a prestação dos serviços de esgotamento sanitário no município. O encontro reuniu representantes do poder público, da concessionária Águas de Diamantino, da Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) e moradores para apresentar demandas, cobrar esclarecimentos e discutir medidas para melhorar os serviços.

Durante a audiência, o prefeito Chico Mendes apresentou o posicionamento da administração municipal em defesa da população diante das reclamações sobre a falta de água e cobrou respostas da concessionária sobre as interrupções no fornecimento. Entre os principais pontos discutidos estiveram as causas dos problemas, os investimentos realizados e as medidas necessárias para garantir a regularidade do abastecimento.

“A falta de água em Diamantino é inadmissível. A população tem razão de cobrar e nós também estamos cobrando. Durante nossa gestão, buscamos compreender as obrigações previstas no contrato, cobramos a concessionária e acionamos a AGIRF para acompanhar a situação. Agora, queremos respostas concretas, com medidas que realmente resolvam os problemas.”

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O contrato de concessão nº 217/2014, firmado entre o Município e a Águas de Diamantino, estabelece as responsabilidades da empresa pela operação, manutenção e execução dos investimentos nos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A Prefeitura, como poder concedente, tem a atribuição de acompanhar a execução contratual, enquanto a Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) é responsável pela regulação e fiscalização dos serviços.

Os indicadores de desempenho da concessionária também integraram a pauta. Um diagnóstico técnico de setembro de 2026 apontou um índice de perdas de água de 68%, dado que serviu de referência para a discussão sobre o cumprimento das metas previstas no contrato. 

Outro assunto abordado foi a proposta de atualização do contrato de concessão, firmado em 2014. A administração municipal trabalha na revisão de metas e indicadores de desempenho, além da previsão de planos e protocolos para situações emergenciais e da adequação das metas de cobertura do esgotamento sanitário às exigências do Marco Legal do Saneamento Básico.

 

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