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Prefeitura de Diamantino realiza coleta de pneus em desuso

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A Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Ambiental, realizou na última sexta-feira (24/01), a coleta de pneus em desuso entregues no Ecoponto localizado na Rod. MT, no Km 240 do bairro Buriti. O objetivo foi eliminar focos de proliferação do mosquito Aedes Aegypti, transmissor de doenças como chikungunya, dengue e zika.

O acúmulo de pneus, juntamente com o lixo doméstico presente nos quintais das residências, tem se tornado um dos principais focos para a reprodução do mosquito em Diamantino.

Segundo dados da Vigilância Ambiental, desde o início do projeto foram retiradas do município mais de 1.170 toneladas de pneus, sendo 863 toneladas de pneus de veículos de grande porte e 307 toneladas de pneus de veículos de pequeno porte.

A Secretária Municipal de Saúde, Leda Villaça, comentou sobre a importância de cada cidadão fazer a sua parte no combate aos focos do mosquito.

“Nosso objetivo é conscientizar a população sobre os riscos do descarte inadequado, principalmente de lixo doméstico. O lixo que descartamos de maneira incorreta pode trazer consequências, não só para o meio ambiente, mas também para a saúde de todos”, afirmou.

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O coordenador da Vigilância Ambiental, Lucas Rosa, destacou que a ação é uma forma de intensificar os esforços no combate à chikungunya e outras doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti.

“Um dos maiores focos para a proliferação do mosquito, além dos lixos domésticos e caixas d’água destampadas, são também os pneus descartados irregularmente. Por isso, é essencial que os moradores se conscientizem sobre a importância de manter seus espaços limpos”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Diamantino MT

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Em defesa da população, prefeito Chico Mendes cobra respostas da Águas de Diamantino durante audiência pública

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Em audiência pública realizada nesta quarta-feira (14.10), no Mini Centro Olímpico Darcy Capistrano, em Diamantino, foram discutidos os problemas no abastecimento de água e a prestação dos serviços de esgotamento sanitário no município. O encontro reuniu representantes do poder público, da concessionária Águas de Diamantino, da Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) e moradores para apresentar demandas, cobrar esclarecimentos e discutir medidas para melhorar os serviços.

Durante a audiência, o prefeito Chico Mendes apresentou o posicionamento da administração municipal em defesa da população diante das reclamações sobre a falta de água e cobrou respostas da concessionária sobre as interrupções no fornecimento. Entre os principais pontos discutidos estiveram as causas dos problemas, os investimentos realizados e as medidas necessárias para garantir a regularidade do abastecimento.

“A falta de água em Diamantino é inadmissível. A população tem razão de cobrar e nós também estamos cobrando. Durante nossa gestão, buscamos compreender as obrigações previstas no contrato, cobramos a concessionária e acionamos a AGIRF para acompanhar a situação. Agora, queremos respostas concretas, com medidas que realmente resolvam os problemas.”

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O contrato de concessão nº 217/2014, firmado entre o Município e a Águas de Diamantino, estabelece as responsabilidades da empresa pela operação, manutenção e execução dos investimentos nos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A Prefeitura, como poder concedente, tem a atribuição de acompanhar a execução contratual, enquanto a Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) é responsável pela regulação e fiscalização dos serviços.

Os indicadores de desempenho da concessionária também integraram a pauta. Um diagnóstico técnico de setembro de 2026 apontou um índice de perdas de água de 68%, dado que serviu de referência para a discussão sobre o cumprimento das metas previstas no contrato. 

Outro assunto abordado foi a proposta de atualização do contrato de concessão, firmado em 2014. A administração municipal trabalha na revisão de metas e indicadores de desempenho, além da previsão de planos e protocolos para situações emergenciais e da adequação das metas de cobertura do esgotamento sanitário às exigências do Marco Legal do Saneamento Básico.

 

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