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Prefeitura de Diamantino orienta aos moradores das Cohabs a entregarem os documentos para regularização fundiária

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A Prefeitura de Diamantino orienta moradores das Cohabs Nossa Senhora da Conceição (Morumbi) e Serra Azul a procurarem o setor imobiliário para a regularização do seu terreno. O morador deve levar documentos pessoais – que podem ser conferidos ao final da matéria – para realizar a regularização e adquirir o registro do seu terreno.

O coordenador do setor imobiliário, Rubin Tadeu da Silva, reforçou a orientação para os moradores das duas Cohabs procurarem a prefeitura e informou que a regularização será feita em outros bairros do município.

“Solicitamos que os moradores da Cohabs Morumbi e Serra Azul possam procurar o setor imobiliário na prefeitura com os documentos para que façamos a regularização e levar aquilo que as pessoas mais almejam que é a escritura da sua casa, o registro original do seu lote. Após concluir a regularização das Cohabs iremos trabalhar em outros bairros do nosso município.”

O cidadão pode entrar em contato com o setor responsável pelo número (65) 99293-0480. A Prefeitura de Diamantino está localizada na Rua Desembargador Joaquim Pereiro Ferreira Mendes, 2287, bairro Jardim Eldorado.

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Confira os documentos necessários

Documentos

CPF
RG
Certidão de nascimento, se solteiro
Certidão de casamento, se casado
Certidão de casamento com averbação do divórcio
CPF do cônjuge ou companheiro
Caso viúvo, certidão de óbito do cônjuge
Comprovante de endereço do interessado, através de conta de águas, luz ou equivalente

Documentos do imóvel
Escritura de compra e venda ou contrato particular de compra e venda do imóvel
Documento oriundos da Cohab ou título antigo não registrado

Fonte: Prefeitura de Diamantino MT

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Em defesa da população, prefeito Chico Mendes cobra respostas da Águas de Diamantino durante audiência pública

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Em audiência pública realizada nesta quarta-feira (14.10), no Mini Centro Olímpico Darcy Capistrano, em Diamantino, foram discutidos os problemas no abastecimento de água e a prestação dos serviços de esgotamento sanitário no município. O encontro reuniu representantes do poder público, da concessionária Águas de Diamantino, da Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) e moradores para apresentar demandas, cobrar esclarecimentos e discutir medidas para melhorar os serviços.

Durante a audiência, o prefeito Chico Mendes apresentou o posicionamento da administração municipal em defesa da população diante das reclamações sobre a falta de água e cobrou respostas da concessionária sobre as interrupções no fornecimento. Entre os principais pontos discutidos estiveram as causas dos problemas, os investimentos realizados e as medidas necessárias para garantir a regularidade do abastecimento.

“A falta de água em Diamantino é inadmissível. A população tem razão de cobrar e nós também estamos cobrando. Durante nossa gestão, buscamos compreender as obrigações previstas no contrato, cobramos a concessionária e acionamos a AGIRF para acompanhar a situação. Agora, queremos respostas concretas, com medidas que realmente resolvam os problemas.”

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O contrato de concessão nº 217/2014, firmado entre o Município e a Águas de Diamantino, estabelece as responsabilidades da empresa pela operação, manutenção e execução dos investimentos nos sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário. A Prefeitura, como poder concedente, tem a atribuição de acompanhar a execução contratual, enquanto a Agência Intermunicipal de Regulação e Fiscalização (AGIRF) é responsável pela regulação e fiscalização dos serviços.

Os indicadores de desempenho da concessionária também integraram a pauta. Um diagnóstico técnico de setembro de 2026 apontou um índice de perdas de água de 68%, dado que serviu de referência para a discussão sobre o cumprimento das metas previstas no contrato. 

Outro assunto abordado foi a proposta de atualização do contrato de concessão, firmado em 2014. A administração municipal trabalha na revisão de metas e indicadores de desempenho, além da previsão de planos e protocolos para situações emergenciais e da adequação das metas de cobertura do esgotamento sanitário às exigências do Marco Legal do Saneamento Básico.

 

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