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Paraná reduz estimativas da safra de soja e milho 2023/24

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Nesta sexta-feira (26.01), o Departamento de Economia Rural (Deral), órgão do governo paranaense, divulgou a redução das estimativas da safra de soja e milho para o verão 2023/24 no Paraná. As alterações são atribuídas ao calor intenso e à escassez de chuvas, impactando a produção agrícola no estado.

A previsão para a safra de soja, uma das principais culturas do Paraná e um dos maiores polos produtores do país, foi ajustada para 19,2 milhões de toneladas. Isso representa uma queda de 11,9% em comparação com a previsão anterior. Além disso, a área destinada ao cultivo de soja também foi revisada para pouco mais de 5,7 milhões de hectares, em comparação com os 5,8 milhões de hectares previstos anteriormente.

A primeira safra de milho, por sua vez, teve sua estimativa reduzida para 2,6 milhões de toneladas, comparada às 2,9 milhões de toneladas anteriormente previstas. A área plantada foi ajustada para 291,5 mil hectares, refletindo uma redução de 5,6%.

Edmar Gervásio, analista de soja do Deral, destacou que, em comparação com a segunda safra, para a qual são previstas 14,5 milhões de toneladas, a primeira safra é considerada pequena. Ele ressaltou que, apesar das adversidades, as chuvas recentes têm favorecido o plantio, proporcionando condições ideais.

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O relatório do Deral aponta que as chuvas observadas nos últimos dias têm contribuído para o plantio em condições propícias, e a expectativa é de que a semeadura se fortaleça a partir de fevereiro. A monitorização contínua será essencial para avaliar o impacto dessas condições climáticas na produção agrícola no Paraná.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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