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Mercado do boi gordo inicia novembro de forma otimista

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O mercado físico do boi gordo começou novembro animado, com aumento nos preços e boas persepectivas, embora a alta tenha ocorrido de forma moderada nesta sexta-feira (01.11).

Segundo consultorias especializadas, o movimento reflete a manutenção das escalas de abate em níveis reduzidos, com a capacidade de abate no menor nível da temporada.

Esse cenário é influenciado pelo ritmo acelerado das exportações, que absorvem cerca de 40% da produção de carne bovina brasileira, ajudando a sustentar a valorização.

No Mato Grosso do Sul, o preço da arroba do boi gordo chegou a R$ 318,07, enquanto no Mato Grosso foi registrado a R$ 308,31. Já no estado de São Paulo, a média da arroba alcançou R$ 321,25, em Goiás R$ 316,43 e em Minas Gerais R$ 318,53.

No mercado atacadista, os preços continuam firmes, e as expectativas indicam que as cotações podem subir ainda mais no curto prazo.

A entrada dos salários na economia deve estimular a reposição de estoques entre atacado e varejo, elevando a demanda pela carne bovina. No entanto, o preço elevado da carne bovina diminui sua competitividade em relação a outras proteínas, como o frango.

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Os preços por corte também se mantêm valorizados: o quarto traseiro está cotado a R$ 23,40 por quilo, o quarto dianteiro a R$ 18,25 e a ponta de agulha a R$ 17,50 por quilo.

Fonte: Pensar Agro

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Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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