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Pivetta nomeia Gisela Simona para comandar a Secretaria de Assistência Social

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O governador Otaviano Pivetta nomeou, nesta sexta-feira (6), a vice-governadora eleita e servidora de carreira Gisela Simona, na Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).

“Gisela é uma servidora de carreira do Estado, preocupada com as causas sociais. Na Setasc ela vai cuidar de quem mais precisa e tenho certeza de que fará um trabalho excelente”, afirmou Pivetta.

A nomeação dela foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado desta sexta-feira.

“Assumo esse desafio com muita honra. Já avançamos muito no social nos últimos anos, mas o trabalho não para e assumi o compromisso com o governador de ampliar os serviços para que cheguem a quem precisa: proteger as mulheres, ampliar oportunidades e fazer com que as políticas públicas atendam ainda mais pessoas”, destacou.

Gisela é cuiabana, advogada e servidora pública de carreira, atuando por muitos anos no Procon Estadual e na defesa do consumidor. Foi deputada federal e no próximo ano assume a Vice Governadoria do Estado.

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Projeto de Beto Dois a Um busca acolhimento e apoio financeiro para mulheres vítimas de violência em MT

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Mulheres vítimas de violência doméstica poderão ter acesso a bolsas de estudo, ajuda para pagar o transporte, acesso gratuito a cursos profissionalizantes e apoio para começar o próprio negócio em Mato Grosso. Essas são algumas das medidas incluídas em um projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Beto Dois a Um (Podemos), na última quarta-feira (4), que também busca melhorar as casas de acolhimento e oferecer mais condições para que essas mulheres consigam recomeçar a vida longe dos agressores.

Na área da educação e do trabalho, a proposta inclui cursos técnicos e profissionalizantes, bolsas de estudo, auxílio-transporte e fornecimento de materiais didáticos. A intenção é facilitar o acesso das mulheres à qualificação profissional, principalmente daquelas que não têm condições financeiras de pagar pelos estudos ou mesmo de arcar com os custos para chegar até as aulas.

O projeto também incentiva o empreendedorismo feminino, a criação de cooperativas e outras formas de geração de renda. Entre as medidas estão cursos de educação financeira, orientação profissional e parcerias com instituições de ensino, entidades do Sistema S e empresas privadas, para aproximar as participantes de oportunidades de emprego e de abertura do próprio negócio.

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Outro ponto importante é a melhoria das casas de acolhimento, que recebem mulheres que precisam deixar suas casas para escapar de situações de violência. O projeto inclui apoio para construção, reforma, ampliação e manutenção desses espaços, além da compra de móveis, equipamentos e materiais necessários ao atendimento.

A proposta também contempla necessidades básicas das mulheres acolhidas, como alimentação, roupas, produtos de higiene e transporte. O atendimento deverá envolver profissionais das áreas de psicologia, assistência social e direito, além de oferecer condições adequadas de segurança, privacidade e acessibilidade.

Os filhos e demais dependentes dessas mulheres também estão incluídos. O texto destaca que o acolhimento deve atender não apenas as vítimas, mas também as pessoas que precisam acompanhá-las nesse momento, com assistência e acompanhamento especializado.

Segundo o deputado, a dependência financeira é um dos fatores que dificultam o rompimento de relacionamentos abusivos, principalmente quando a mulher não tem renda própria, qualificação profissional ou oportunidades de trabalho.

“A dependência financeira constitui um dos fatores que podem dificultar a ruptura de relacionamentos abusivos, sobretudo quando a mulher não dispõe de renda própria, qualificação profissional ou oportunidades de inserção no mercado de trabalho”, afirmou.

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A proposta também abre a possibilidade de utilizar recursos do orçamento estadual, emendas parlamentares, convênios com o governo federal e prefeituras, além de parcerias e outras fontes de financiamento para colocar as medidas em prática.

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