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propostas focam em mobilidade, segurança e obras

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O debate sobre o desenvolvimento urbano e a qualidade de vida no distrito do Morumbi ganha destaque com a consolidação de diretrizes voltadas para a mobilidade, infraestrutura e segurança pública na região. As propostas buscam equacionar gargalos históricos do bairro, que pertence à área de abrangência da Subprefeitura do Butantã.

Entre as principais pautas levantadas para a região estão a revisão dos esquemas de trânsito em dias de grandes eventos no Estádio do Morumbi e a ampliação do transporte de alta capacidade. A reestruturação logística durante os shows é apontada como prioridade para garantir o direito constitucional de ir e vir dos moradores e o acesso regular a residências e escolas locais.

No âmbito da infraestrutura e da habitação, defende-se a consolidação da Linha 17-Ouro do Metrô, com foco na integração da comunidade de Paraisópolis por meio de parcerias e do desenvolvimento de Habitações de Interesse Social (HIS), promovendo a urbanização e a melhoria dos serviços públicos básicos na área.

O conjunto de diretrizes para o bairro abrange ainda as seguintes frentes:

Saúde e Equipamentos Públicos: Proposta de reaproveitamento de áreas institucionais da região para a criação de um complexo hospitalar de referência voltado ao atendimento da rede pública.Segurança e Mobilidade: Valorização da Guarda Civil Metropolitana/Polícia Municipal, investimento em inteligência e articulação entre segurança e políticas sociais para jovens. Na mobilidade, priorização de incentivos aos corredores de ônibus, à frota de táxis e ao transporte por aplicativo.Economia e Desburocratização: Fomento ao turismo de negócios, atração de eventos e estímulo à eficiência administrativa municipal para garantir segurança jurídica e ambiente favorável ao empreendedorismo local.Sustentabilidade e Causa Animal: Estímulo à implementação de hortas urbanas comunitárias para segurança alimentar, apoio ao esporte inclusivo e ampliação de políticas voltadas ao bem-estar animal.

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Serviço — Eleição do Conselho Participativo Municipal de São Paulo

A votação para a escolha dos representantes do Conselho Participativo Municipal (CPM) de São Paulo ocorre de forma totalmente eletrônica entre os dias 11 e 14 de novembro de 2026. Moradores cadastrados no distrito do Morumbi (Subprefeitura do Butantã) podem participar do pleito acessando o portal oficial da Prefeitura de São Paulo:

Site oficial para votação: eleicaocpm.prefeitura.sp.gov.br Requisitos: Autenticação via conta Gov.br e informação dos dados do título de eleitor.

Candidato ao Conselho Participativo Municipal — Morumbi: Fernando Marrey (Número de urna: 31050) Informações institucionais: www.imobiliariafmf.com.br | CRECI 38510-J Gestão e Projetos: www.sindicofmf.com.br



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Grupo Marquise marca nova fase sob comando de co-CEOs

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Com mais de cinco décadas de atuação destacada na economia nacional, o Grupo Marquise projeta seu futuro com foco em sustentabilidade, inovação operacional e governança corporativa. Em encontro promovido pelo LIDE Ceará, na sede do conglomerado, os co-CEOs Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana apresentaram as diretrizes estratégicas e os planos para os próximos 50 anos da companhia. O evento reuniu lideranças empresariais para debater investimentos em setores-chave para o desenvolvimento do país, como soluções ambientais, infraestrutura e incorporação imobiliária.

Abrindo o encontro, os fundadores José Carlos Pontes e Erivaldo Arraes detalharam a transição planejada para o Conselho Consultivo, trazendo Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana para o comando operacional. Ao relembrar a história iniciada em pequenas obras públicas, José Carlos Pontes ressaltou a satisfação em ver a organização evoluir para um dos maiores grupos do país. “Fazíamos tudo no início: fomos engenheiros, mestres de obras e compradores. Chegar a um faturamento superior a R$ 3 bilhões em um país com tamanho desafio empresarial é uma grande vitória. Nossa missão no Conselho é transmitir experiência e orientar a Carla e o Paulo para levarem o grupo a mais 50 anos de sucesso”, afirmou o cofundador.

Por sua vez, Erivaldo Arraes reforçou que os valores éticos foram decisivos para consolidar a trajetória da companhia. “Éramos dois jovens com muita vontade de vencer. O que nos trouxe até aqui foi a dedicação das nossas equipes e três pilares inegociáveis: respeito nas relações, foco em resultados e ousadia com responsabilidade. Temos total confiança de que a nova liderança conduzirá este legado para patamares ainda mais elevados”, destacou.

“O Grupo Marquise tem em seu DNA a execução de grandes projetos de infraestrutura e na área ambiental, com impactos relevantes para a sociedade. Com uma trajetória sólida, a companhia tem contribuído há mais de 50 anos com o desenvolvimento do país”, ressaltou Emília Buarque, presidente do Lide Ceará.

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A nova estrutura de liderança é compartilhada entre Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana, que ocupam os cargos de co-CEOs, em um modelo baseado em complementaridade e transparência. Carla Pontes destacou que a governança e a disciplina de gestão são essenciais para garantir a longevidade dos negócios. “Governança traz clareza ao processo decisório. Estruturamos um Conselho Consultivo maduro e comitês estratégicos para dar fluidez e segurança ao mercado e colaboradores. Trabalhamos com um sistema de gestão que alia a disciplina financeira de curto prazo a um planejamento estratégico para horizontes de três a cinco anos”, explicou Carla.

A executiva reforçou a importância do alinhamento entre cultura e estratégia para manter a empresa relevante. “Inovação e relevância caminham juntas. Projetos não fracassam por falta de estratégia, mas pela forma como as pessoas os executam. Fortalecemos nossos valores históricos enquanto incorporamos novos atributos necessários para responder às mudanças do mercado”, completou a co-CEO.

Em infraestrutura, a companhia consolidou-se como um dos principais players nacionais na execução de obras de grande porte, promovendo a integração regional e a competitividade do país. Os projetos em andamento incluem a execução de oito lotes da Ferrovia Transnordestina no Ceará, obras de ampliação do Porto do Pecém, adutoras e barragens em São Paulo e Minas Gerais, e a construção da Planta de Dessalinização de Fortaleza (Dessal), maior estrutura da América Latina voltada ao abastecimento humano. Com capacidade para entregar 1 m³/s de água tratada para a população, a Dessal posicionará o Ceará na vanguarda da resiliência climática.

A trajetória na construção pesada teve um divisor de águas com a expansão do Porto do Pecém. A companhia construiu cinco berços de atracação, uma ponte de 1.500 metros sobre o mar e um pátio de contêineres equivalente a quase 20 quarteirões, tornando o complexo um dos portos mais competitivos do Brasil. Atualmente, o grupo executa a ampliação de novos berços, incluindo a infraestrutura para o navio regaseificador da Eneva.

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Paulo Marcelo Santana destacou a eficiência do modelo de co-gestão e dos planos de expansão imobiliária. “A co-gestão amplia nossa capacidade de presença e decisão. Trabalhamos com confiança absoluta, transparência e comunicação diária, o que nos dá agilidade para avaliar novos projetos disruptivos”, afirmou o executivo.

Na Marquise Incorporações, Santana apontou o equilíbrio entre o segmento econômico (Minha Casa Minha Vida) e o mercado de alto padrão. “Oferecemos acessibilidade à moradia e consolidamos marcas consagradas no segmento premium, como a linha Mandara no litoral, os edifícios The Dream e Wind em Fortaleza, e o lançamento do Maré, no Porto das Dunas, que atingiu 70% de vendas em cinco meses. Estudamos levar esses conceitos para novas localidades do litoral nordestino”, revelou o co-CEO.

Os planos do Grupo Marquise para as próximas décadas priorizam a transição energética, a economia circular e obras estruturantes de impacto social. Na área operada pela Marquise Ambiental, o grupo avança na transformação de aterros sanitários em Ecohubs, plataformas regionais de valorização de resíduos. O grande marco é a usina GNR Fortaleza, primeira planta do Brasil autorizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a injetar na rede de gás natural biometano produzido a partir de resíduos sólidos urbanos. Atualmente, o insumo gerado a partir de resíduos sólidos urbanos supre entre 15% e 20% de todo o gás natural consumido no Ceará.

A atuação do Grupo Marquise pauta-se pelo compromisso de concluir e entregar efetivamente cada empreendimento. A união do legado de José Carlos Pontes e Erivaldo Arraes à gestão dinâmica de Carla Pontes e Paulo Marcelo Santana reafirma o compromisso do grupo de gerar valor sustentável para os próximos 50 anos, assegurando infraestrutura vital para as próximas gerações.



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