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Brasileira Natalie Geller cria proptech de US$ 55 mi nos EUA

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Antes de fechar negócio, quase todo mundo faz a mesma pergunta: alguém conhece quem mora naquele prédio? A resposta costuma valer mais do que fotos, metragem e preço. Foi dessa pergunta que nasceu a Leevli, proptech americana fundada pela advogada carioca Natalie Geller, que vive nos Estados Unidos há cerca de duas décadas.

A aposta ganhou escala. Fundada em 2024 e lançada ao mercado em 2025, a empresa teve valuation de aproximadamente US$ 5,5 milhões na primeira rodada e hoje é avaliada em cerca de US$ 55 milhões, dez vezes mais, segundo a companhia.

Do Rio de Janeiro a Nova York

Natalie nasceu no Rio de Janeiro, formou-se em Direito no Brasil e construiu carreira jurídica nos Estados Unidos, onde é advogada no estado de Nova York. São cerca de 20 anos de atuação em contratos, transações, compliance, questões regulatórias e mercado imobiliário. Segundo a empresa, ela participou de um trabalho ligado ao histórico acordo do Departamento de Justiça americano com uma companhia estrangeira sob a FCPA, a lei anticorrupção dos EUA, descrito como o maior do gênero à época.

Foi nessa rotina de ler documentos, medir riscos e checar evidências que ela enxergou uma lacuna: a busca por imóveis evoluiu muito mais rápido do que a capacidade de entender uma propriedade antes de decidir.

O que o anúncio não mostra

Fotos, preços e metragem estão em todo lugar. O que um morador sabe sobre o prédio, o que as regras do condomínio permitem e o que os registros oficiais revelam continuam sendo informações dispersas. A Leevli nasceu para juntar essas peças.

Na plataforma, quem quer comprar ou alugar pode usar o Ask a Resident para conversar com pessoas que de fato vivem no edifício ou no bairro. As páginas de bairros reúnem informação hiperlocal, as avaliações alimentam o Leevli Score e a rede Leevli Experts apresenta especialistas locais por vizinhança, em vez de um diretório interminável de corretores.

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“Em um processo judicial, o depoimento que pesa é o de quem presenciou os fatos. Na Leevli, aplicamos o mesmo critério ao valorizar a opinião de quem comprova que mora naquele prédio ou bairro”, afirma Natalie.

Segundo a empresa, verificar o vínculo dos moradores com os locais avaliados foi um dos maiores desafios: em muitos sites de avaliação, é difícil saber quem está do outro lado da tela.

A inteligência artificial que investiga o imóvel

A frente mais ambiciosa é a Leevli Legal, camada de inteligência artificial que investiga a propriedade em vez de responder a perguntas genéricas como um chatbot. A ferramenta relaciona endereço, edifício, associação e jurisdição para buscar e interpretar permissões de obra, violações, atas, orçamentos, inspeções, regras de uso e outros documentos, indicando a origem de cada evidência e apontando o que está faltando.

Na prática, um documento isolado raramente conta a história inteira: uma ata pode mencionar uma obra, um orçamento pode indicar como ela será paga e os registros públicos podem mostrar se foi aprovada. A implantação inicial está concentrada em condomínios da Flórida, com expansão planejada para outros tipos de imóvel e jurisdições.

Empresa americana, talento brasileiro

A Leevli é uma empresa dos Estados Unidos e é lá que está o foco comercial. Mas a maior parte da equipe é brasileira, incluindo profissionais de engenharia, produto e design, com time dividido entre o Brasil e os EUA. A plataforma alcança usuários em mais de 12 estados americanos, e Flórida, Texas, Carolina do Norte e Nova York estão entre os mercados estratégicos.

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A origem da fundadora também aparece na estratégia. A Leevli International atende compradores e locatários estrangeiros, entre eles brasileiros e latino-americanos, que precisam decidir à distância, sem rede local de contatos.

A Leevli em números

  • Valuation por volta de US$ 55 milhões, dez vezes o da primeira rodada (aproximadamente US$ 5,5 milhões);
  • Mais de 2 milhões de anúncios de imóveis na plataforma;
  • Cerca de 58 mil avaliações de moradores, cobrindo mais de 1.600 edifícios;
  • Usuários em mais de 12 estados americanos;
  • Mais de 10 mil usuários na fase inicial e lista de espera com mais de mil corretores.

O que vem pela frente

Para os próximos 12 a 24 meses, a Leevli quer ampliar a cobertura de bairros e edifícios, fortalecer o Ask a Resident, expandir a rede de especialistas locais e avançar com a Leevli Legal, começando pelos condomínios da Flórida e chegando a outros estados e categorias de imóveis. A visão da empresa é acompanhar a jornada completa, da descoberta de um endereço à vida dentro do imóvel.

Para Natalie, o que está em jogo vai além da transação. “As pessoas não escolhem apenas imóveis. Elas escolhem onde vão construir suas vidas”, diz. “E nenhuma inteligência artificial conhece um bairro melhor do que quem acorda todos os dias e chama aquele lugar de casa.”

Sobre a Leevli

A Leevli é uma plataforma americana de inteligência imobiliária que conecta pessoas a imóveis, moradores e especialistas locais, e reúne informações sobre bairros, experiência residencial e documentação da propriedade para apoiar decisões de compra, aluguel e moradia.

Site: leevli.com

Instagram: @leevliofficial



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Escolha do monitor empresarial vai além das polegadas

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Planilhas, documentos, reuniões virtuais e sistemas de gestão dividem espaço na tela ao longo do expediente. Por isso, a escolha de um monitor empresarial envolve mais do que tamanho e preço: ergonomia, qualidade de imagem e compatibilidade com o computador também precisam acompanhar a rotina de trabalho.

O assunto também tem respaldo normativo. A Norma Regulamentadora 17 (NR-17), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), estabelece diretrizes para adaptar as condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores. Em postos nos quais a tela permanece em uso durante boa parte da jornada, esses parâmetros ajudam a orientar desde a compra do equipamento até a montagem da estação.

Para Wagner Casagrande, CEO da Concórdia Informática, o ponto de partida é entender a atividade realizada em cada posto. “Não basta olhar apenas para o tamanho da tela. É importante entender como aquele profissional trabalha, quanto tempo permanece diante do computador e quais recursos podem tornar sua estação mais confortável e produtiva”.

A rotina orienta a escolha

Quem consulta documentos extensos pode se beneficiar de uma tela na vertical. Já profissionais que trabalham com planilhas, sistemas ou conteúdo visual tendem a ter outras prioridades, relacionadas ao espaço disponível, à resolução e à reprodução de imagem.

Essas diferenças ajudam a explicar por que um único critério, como a quantidade de polegadas, não resolve todas as necessidades. Tamanho, resolução e distância de uso precisam ser considerados em conjunto, assim como a área livre na mesa.

“Antes de definir um modelo, a empresa precisa entender o que será exibido naquela tela. Ler contratos, acompanhar um sistema de atendimento e trabalhar com imagens são atividades diferentes”, afirma Wagner.

Ergonomia faz parte da estação

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Ajuste de altura, inclinação e giro permitem adaptar o monitor ao usuário e ao mobiliário. Em atividades de teleatendimento, por exemplo, o Anexo II da NR-17 determina que os monitores ofereçam ângulos de visão corretos, fiquem posicionados de frente para o operador e contem com regulagem para ajustar a tela à iluminação do ambiente. A função Pivot, que permite utilizar a tela na vertical, também pode ser útil para leitura de documentos, programação e outras tarefas.

Na linha empresarial da Concórdia Informática, os monitores da linha P reúnem ajuste de altura, inclinação, giro horizontal e rotação Pivot de 90 graus. “O ajuste de altura pode parecer um detalhe, mas faz parte do uso diário. Em estações compartilhadas, por exemplo, permite adaptar a tela com mais facilidade a cada usuário”, diz o executivo.

Painel e taxa de atualização também entram na análise

O tipo de painel influencia diretamente a experiência de imagem. De forma geral, os painéis IPS se destacam pela consistência de cores e pelos amplos ângulos de visão, mantendo a imagem mais uniforme mesmo quando observada de posições diferentes. Já os painéis VA costumam oferecer níveis de contraste mais elevados, o que favorece a diferença entre áreas claras e escuras e pode deixar os pretos mais profundos.

A escolha entre um e outro depende do tipo de uso. Atividades que exigem maior fidelidade visual podem se beneficiar das características do IPS, enquanto aplicações em que contraste e profundidade de imagem têm mais peso podem encontrar vantagens no VA.

A taxa de atualização, medida em Hertz (Hz), indica quantas vezes a imagem exibida é renovada por segundo. A Concórdia informa, por exemplo, que o modelo E217 combina painel IPS, resolução Full HD e taxa de 100 Hz, enquanto o P2202 utiliza painel VA, também Full HD, com frequência de 120 Hz. Taxas maiores podem proporcionar sensação de fluidez ao rolar páginas, deslocar janelas e navegar entre informações, mas o recurso deve ser avaliado junto às demais características do equipamento.

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“A taxa de atualização é um dos pontos da avaliação, mas não deve decidir a compra sozinha. É preciso olhar também para a imagem, os ajustes e as conexões”, pondera Wagner.

Compatibilidade completa a decisão

Antes da compra, também é importante verificar as saídas de vídeo dos computadores e as entradas disponíveis nos monitores. Conexões como HDMI e DisplayPort devem ser consideradas, especialmente em configurações com mais de uma tela.

O cuidado ajuda a identificar previamente a necessidade de adaptadores e a confirmar se a configuração desejada poderá ser utilizada. Em uma renovação de equipamentos, essa análise deve considerar tanto as máquinas já instaladas quanto as previstas no planejamento de TI.

Para Wagner, a escolha fica mais consistente quando o monitor é tratado como parte de toda a estação de trabalho. “Uma compra bem planejada começa pela rotina da equipe. A partir dela, a empresa consegue definir quais recursos são necessários e comparar as opções com mais clareza. O monitor precisa fazer sentido dentro da estação inteira”, conclui.

Sobre a Concórdia

No mercado desde 2002, a Concórdia Informática atua no desenvolvimento e na comercialização de computadores, periféricos e soluções de tecnologia. Sua linha de monitores empresariais reúne diferentes opções de painéis, taxas de atualização, tamanhos e recursos ergonômicos, voltadas a diferentes perfis e ambientes corporativos.

Para mais informações, basta acessar: https://www.concordia.inf.br/monitores-empresariais-concordia



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