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Brasil anuncia jogadores que disputarão 3ª semana da Liga das Nações

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A seleção brasileira masculina de vôlei entra em quadra nesta quarta-feira (15) contra a França, atual bicampeã olímpica, em Chicago (Estados Unidos). Será o primeiro de quatro confrontos da terceira e última semana da fase preliminar (classificatória). Nesta terça (14), o técnico Bernardinho anunciou os 14 atletas (veja lista completa ao fim do texto) que terão a missão de garantir a presença da Amarelinha na fase final da competição, em Ningbo (China). A Amarelinha sonha com o segundo título – o primeiro foi obtido em 2021.

Até o momento, a seleção está fora da zona de classificação: ocupa a nona posição, com 13 pontos, um a menos que a Turquia (7ª) e Bulgária (8ª), ambas com 14. Das 18 seleções inscritas no torneio, apenas as sete primeiras colocadas ao término da fase preliminar (três semanas) avançam às quartas de final. A oitava vaga é reservada à China, por ser o país sede da reta final (quartas, semifinais e decisão do título).

Nesta semana decisiva, o Brasil não contará Douglas Souza (que se casou há cinco dias) e Lukas Bergmann, ainda não liberado pelo departamento médico -o atleta se recupera de uma lesão na coluna, ocorrida no fim de 2025. A única novidade no elenco que competiu nas primeiras semanas do torneio é a inclusão do ponteiro Maicon na lista de Bernardinho.

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Seleção feminina encara Japão nas quartas

Terceira colocada na fase preliminar, a seleção brasileira feminina de vôlei terá pela frente o Japão (6º) nas quartas de final da Liga das Nações. O duelo está programado para 22 de julho (uma quarta-feira), às 8h30 (horário de Brasília), em Macau (China). As brasileiras buscam o título inédito na competição.

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Após a França, a Amarelinha terá pela frente os Estados Unidos na quinta (16), às 22h, e no dia seguinte, encara a Polônia, também às 22h. O último duelo será contra a China, no domingo (19), às 14h.

A relação de atletas relacionados por Bernadinho inclui Cachopa e Brasília (levantadores); Darlan e Bryan (opostos); Lucarelli, Adriano, Honorato e Arthur Bento (ponteiros); Flávio, Judson, Pinta e Barreto (centrais); e Maique e Pureza (líberos).

Os demais confrontos das quartas reunirão Estados Unidos (1º) e China – embora fora zona de classificação, o país asiático garantiu a oitava vaga por ser anfitrião da fase final); a tricampeã Itália (2º) contra Holanda; e Turquia (4ª) contra Canadá (5ª).

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Jogos das quartas do torneio feminino

22/07 – 5h – Itália x Holanda

22/07 – 8h30 – Brasil x Japão

23/07 – 5h – Turquia x Canadá

23/07 – 8h30 – Estados Unidos x China



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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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