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A modalidade de consórcio imobiliário de alto valor registrou recorde de vendas em 2025, consolidando‑se como alternativa ao financiamento tradicional sem a cobrança de juros. De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o setor comercializou 5,16 milhões de cotas no ano, crescimento de 15% em relação a 2024, e o segmento de imóveis avançou 36% nas vendas, resultando em mais de R$ 30 bilhões em créditos liberados por 145 mil contemplações.

Quanto custa um consórcio de R$ 1 milhão

O desempenho foi impulsionado por compradores que buscam adquirir crédito de até R$ 1 milhão sem os encargos de juros típicos dos financiamentos bancários. Em simulações realizadas pela House Campolim Consórcios para 2026, a parcela de um consórcio de R$ 1 milhão varia entre R$ 9.500 e R$ 10.500 em 120 meses, entre R$ 6.800 e R$ 7.800 em 180 meses e entre R$ 5.200 e R$ 6.200 em 240 meses, considerando uma taxa de administração total de 20% diluída ao longo do plano.

Juros x taxa de administração

A taxa de administração, que representa o principal custo do consórcio de R$ 1 milhão, situa‑se entre 15% e 20% do valor da carta de crédito, conforme levantamento do InfoMoney. Em comparação, os juros do crédito imobiliário tradicional partem de cerca de 11% ao ano mais a Taxa Referencial (TR) nos principais bancos. Uma carta de crédito de R$ 1 milhão com taxa de administração de 18% em 180 meses gera custo adicional aproximado de R$ 180 mil, enquanto o mesmo valor financiado nas mesmas condições pode acarretar encargos superiores a R$ 900 mil.

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Consórcio ou financiamento: qual vale mais a pena

Samuel Sales, fundador da House Campolim Consórcios, destaca que a escolha do plano tem peso equivalente à decisão de aderir ao consórcio. “Para fazer a escolha ideal é preciso mapear estratégias, comparar administradoras e avaliar detalhes além do valor das parcelas”, afirma. O especialista indica que o perfil do comprador determina a adequação da modalidade: consórcio costuma ser vantajoso para quem já possui imóvel próprio e pretende adquirir crédito de R$ 1 milhão sem se preocupar com os juros do financiamento tradicional.

Como funciona o consórcio de R$ 1 milhão

No modelo de consórcio imobiliário de R$ 1 milhão, um grupo de participantes contribui mensalmente para um fundo comum. A contemplação ocorre por sorteio mensal ou por lance, quando o consorciado antecipa parcelas para receber o crédito antes do prazo previsto.

Estratégias de lance: livre e embutido

Existem dois tipos principais de lance: o lance livre, que utiliza recursos próprios guardados fora do grupo, e o lance embutido, que emprega parte do próprio crédito como oferta, reduzindo o valor final da carta.

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Como usar o lance para antecipar a contemplação Sales recomenda combinar o lance embutido com recursos próprios no lance livre para elevar o percentual ofertado sem comprometer todo o caixa de uma vez, estratégia comum entre consorciados experientes. Contudo, a contemplação não possui garantia de prazo determinado, dependendo das regras de cada grupo.

Quem pode fazer um consórcio de R$ 1 milhão

A maioria das administradoras exige que a parcela mensal comprometa no máximo 30% da renda bruta do consorciado. Com parcelas na faixa de R$ 5.200 a R$ 10.500, a renda mínima estimada fica entre R$ 17.400 e R$ 35.000 por mês, conforme o prazo escolhido. A renda de cônjuge ou sócios pode ser somada para atingir o patamar exigido, e pessoas jurídicas também podem contratar um consórcio de R$ 1 milhão, usando o faturamento da empresa como comprovação.

A House Campolim, imobiliária de alto padrão em Sorocaba, oferece consultoria que acompanha o consorciado na comparação entre administradoras, na leitura das regras de lance e no cenário de simulação antes da assinatura do contrato, abrangendo planos de até R$ 1 milhão para imóveis residenciais, comerciais, terrenos ou construção.



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Procon-MT aponta variação de até 137% no preço dos presentes

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Foto Josi Dias/SETASC

A Secretaria Adjunta de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor (Procon-MT), órgão vinculado à Secretaria de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), realizou levantamento de preços no mercado varejista de brinquedos, em razão do Dia das Crianças, comemorado na segunda-feira (12.10).

Entre os itens pesquisados, a maior variação de preço identificada foi para o produto ‘MIRACULOUS – LADYBUG MUSICAL (45cm) que registrou uma diferença de 137,63% entre o menor preço (R$ 129,99 em uma das lojas pesquisadas ) e o maior preço (R$ 308,90 na outra), representando uma variação absoluta de R$ 178,91.

A coleta de dados foi realizada no período de 6 a 8/10/2026. Foram comparados produtos de fabricantes e marcas de ampla circulação no mercado (como bonecas, bonecos, jogos de mesa e massas de modelar), totalizando 64 itens. A pesquisa abrangeu os sites oficiais das lojas de departamento.

O objetivo do levantamento de preços, explica a secretária adjunta do Procon-MT, Ana Rachel Pinheiro Gomes, é oferecer uma referência transparente de preços aos consumidores residentes nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande, auxiliando o público a tomar decisões conscientes de compra, identificar as melhores oportunidades e estimular a livre concorrência no mercado consumidor mato-grossense.

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O coordenador de Fiscalização, Controle e Monitoramento de Mercado do Procon-MT, André Badini, destaca que que a pesquisa identificou maior disponibilidade de estoque online em uma das quatro lojas, com 93,8% dos itens da amostra encontrados (60 de 64 produtos).

Para o monitoramento foram estabelecidos critérios como preços à vista, pesquisados para entrega/atendimento na região de Cuiabá e Várzea Grande. Não foram computados valores de frete, taxas de entrega, cupons de desconto individuais ou cashback.

“Os preços coletados refletem o momento da pesquisa e estão sujeitos a alterações diárias promovidas pelos estabelecimentos”, informa André Badini.

Veja AQUI o relatório da pesquisa.

Orientações ao consumidor:

-Pesquise e compare preços antes de comprar: As variações entre as lojas podem ultrapassar 100% no mesmo produto. Sempre leve em conta o custo do frete no valor final da compra.

-Observe o Selo do Inmetro e faixa etária: Certifique-se de que o brinquedo possui o selo de certificação do Inmetro e que a indicação etária é adequada à criança.

-Preços e formas de pagamento: Fique atento se os preços promocionais exigem formas de pagamento específicas (como Pix ou boleto) e se há cobrança de juros no parcelamento.

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-Direito de arrependimento: Nas compras realizadas fora do estabelecimento comercial (como pela internet), o consumidor tem o prazo de até sete dias após o recebimento do produto para desistir da compra.

-Guarde comprovantes e confirmações: Armazene as telas de confirmação do pedido, e-mails e notas fiscais para resguardar seus direitos em caso de eventuais trocas ou reclamações.

Reclamações: Em caso de problemas, o consumidor pode procurar presencialmente o Procon mais próximo de sua residência. Também é possível registrar reclamação pelo Procon Digital disponível no aplicativo MT Cidadão ou pela plataforma Consumidor.gov.br.

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