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Atuação extrajudicial alavanca renda na carreira jurídica

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De acordo com levantamento do portal Central do Direito, existem milhões de ações acumuladas nos tribunais brasileiros, e o sistema registra um recorde de processos em andamento. A lentidão processual afeta o fluxo de caixa dos escritórios e a morosidade do sistema judiciário pode levar profissionais a buscarem outras alternativas para ampliarem a renda e construírem carreiras mais sustentáveis.

A resolução extrajudicial de conflitos e trâmites burocráticos surge como uma oportunidade de crescimento para advogados, bacharéis e estudantes de Direito. A atuação focada em demandas extrajudiciais oferece agilidade, previsibilidade e renda, e uma das formas de escalar esse modelo de negócio é por meio da correspondência jurídica.

Priscila Pinheiro, advogada e CEO da plataforma Correspondente Dinâmico, observa que, nos últimos anos, mudanças no comportamento dos profissionais do Direito têm impulsionado a busca por novas fontes de receita fora da advocacia tradicional, e a valorização das demandas extrajudiciais representa uma dessas alterações no mercado jurídico brasileiro.

“Esses profissionais passaram a buscar modelos de atuação mais diversificados e menos dependentes exclusivamente dos processos judiciais. Existe uma valorização crescente de atividades extrajudiciais como parte relevante da carreira jurídica. O mercado está percebendo que muitas demandas importantes acontecem fora dos tribunais e exigem profissionais qualificados para sua execução”, afirma a especialista.

Demandas extrajudiciais

As demandas extrajudiciais são atividades realizadas fora do processo judicial tradicional, como obtenção de documentos, diligências em órgãos públicos, protocolos, levantamentos de informações, acompanhamento de procedimentos administrativos, notificações, audiências de conciliação e diversos serviços de apoio jurídico que acontecem diariamente em fóruns, cartórios, empresas e repartições públicas.

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Para a CEO do Correspondente Dinâmico, diante da necessidade de gerar receita de forma mais previsível e do desejo de construir carreiras mais sustentáveis de estudantes, bacharéis e advogados, as atividades extrajudiciais ganharam destaque por oferecerem atuação prática constante, contato direto com o mercado e possibilidades de desenvolvimento profissional em diferentes áreas.

“A tendência atual é que a tecnologia amplie ainda mais esse mercado, facilitando a conexão entre contratantes e profissionais em diferentes regiões do país. Além da área jurídica, seus serviços podem apoiar profissionais e empresas de diversos segmentos, como engenheiros, arquitetos, corretores de imóveis, leiloeiros, médicos, dentistas, esteticistas, seguradoras, bancos e empresas do agronegócio”, avalia a executiva.

A advogada acredita que a experiência prática adquirida nas atividades extrajudiciais pode impactar o desenvolvimento da carreira jurídica no médio e longo prazo. Ela destaca que essa vivência contribui para formar profissionais mais preparados, aumenta a confiança na atuação cotidiana e fortalece o networking com escritórios, empresas e outros operadores do Direito.

“Barreiras como a dificuldade inicial de construir networking, conquistar os primeiros contratantes e desenvolver experiência prática têm sido reduzidas com a ajuda da tecnologia ao aproximar profissionais e oportunidades de forma mais acessível. Ao atuar em diligências, cartórios, órgãos públicos e procedimentos administrativos, o profissional desenvolve habilidades de organização, comunicação, resolução de problemas e compreensão do funcionamento real do sistema jurídico”, comenta Pinheiro.

Ainda assim, a executiva aponta que um dos principais desafios enfrentados por estudantes e advogados que decidem iniciar a atuação em demandas extrajudiciais é o desconhecimento sobre a amplitude desse mercado. “Profissionais de diferentes áreas ainda associam a carreira jurídica exclusivamente à atuação em processos judiciais e não conhecem as oportunidades existentes em atividades administrativas, cartorárias e operacionais, um caminho aberto para outras áreas também”.

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Correspondência Jurídica

A correspondência jurídica funciona como uma ponte entre escritórios, empresas e departamentos jurídicos que precisam de apoio em diferentes localidades e profissionais que podem executar essas atividades presencialmente. A atuação de um correspondente jurídico pode incluir protocolos, notificações, obtenção de certidões, registros, levantamentos de informações, acompanhamento de clientes, entrega de documentos e diversas outras atividades essenciais para empresas e profissionais.

Priscila Pinheiro pontua a contribuição de plataformas digitais para esse cenário de expansão das oportunidades extrajudiciais. Segundo ela, plataformas como Correspondente Dinâmico têm um papel importante na organização e democratização desse mercado.

“Elas ampliam o acesso a oportunidades que antes dependiam exclusivamente de indicações ou redes de relacionamento locais. Isso facilita a entrada de novos profissionais no mercado e permite a geração de renda por meio de atividades jurídicas e administrativas realizadas em diferentes localidades”, enfatiza a advogada.

A plataforma conecta correspondentes jurídicos a mais de 40 mil contratantes em todo o Brasil, permitindo que profissionais encontrem oportunidades compatíveis com sua região de atuação, transformando a prática jurídica em uma fonte de experiência, networking e crescimento profissional desde os primeiros passos da carreira.

Para mais informações, basta acessar: correspondentedinamico.com.br/



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Atlas Lithium confirma produção de lítio em 2027

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Em comunicado oficial divulgado hoje, 13 de julho, a Atlas Lithium (NASDAQ: ATLX) informou que está dentro do prazo para iniciar a produção comercial de concentrado de óxido de lítio no Projeto Neves a partir do quarto trimestre de 2027. O projeto é 100% da empresa, já tem todas as licenças necessárias e vai contar com uma planta que produz e processa o minério no mesmo lugar, com capacidade para gerar cerca de 150 mil toneladas por ano de concentrado de óxido de lítio de alta qualidade — matéria-prima usada nas baterias de carros elétricos e em sistemas de armazenamento de energia.

A empresa já recebeu propostas de compra de várias companhias interessadas no material, e a soma dessas propostas é superior ao triplo da capacidade de produção prevista da Atlas. Ou seja, a procura pelo concentrado de lítio do Projeto Neves se apresenta maior do que a oferta.

No Vale do Jequitinhonha, região em desenvolvimento de Minas Gerais, a Atlas Lithium diz que vai gerar mais de 5 mil empregos, diretos e indiretos, quando a operação estiver funcionando por completo. Os funcionários já contratados na região recebem, em média, o dobro da média salarial do local e têm plano de saúde e outros benefícios acima da média da região.

Os principais pontos do comunicado

  • A empresa mantém o plano de iniciar a produção comercial no 4º trimestre de 2027;
  • O projeto já tem todas as licenças ambientais e operacionais necessárias — isso reduz bastante o risco de atraso;
  • As propostas de compra recebidas já somam mais de 3 vezes a produção prevista;
  • Os números do estudo de viabilidade são fortes: TIR (Taxa Interna de Retorno) de 145% após impostos e retorno do investimento em 11 meses. O custo para produzir uma tonelada é de US$ 489, enquanto o preço de mercado está em torno de US$ 2.300;
  • Mais de 5 mil empregos, diretos e indiretos, serão criados no Vale do Jequitinhonha.
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Nos últimos meses, o projeto avançou bastante no local, com a ajuda de empresas brasileiras de engenharia e construção:

  • Promon Engenharia — projeto detalhado da planta;
  • TSX Engineering — gestão do projeto, custos e riscos;
  • Cerne Construções — engenharia, suprimentos e construção das instalações;
  • RETC Infraestrutura — terraplanagem e obras civis;
  • Alfa Engenharia — montagem dos equipamentos.

Todos os contratos com esses parceiros ficaram dentro ou abaixo do orçamento previsto no estudo de viabilidade — o que mostra que a empresa está controlando bem os custos do projeto.

“Acreditamos que o Projeto Neves está entre os empreendimentos de lítio mais eficientes em capital do mundo, e está claro que os compradores globais de lítio já perceberam isso”, disse Marc Fogassa, CEO e presidente do Conselho da Atlas Lithium. “Nosso progresso contínuo reflete uma execução disciplinada e metódica em todas as frentes — licenciamento, contratação e engenharia. É importante destacar que já estamos criando alguns dos melhores empregos do Vale do Jequitinhonha, e nosso crescimento contínuo vai se traduzir em ganhos ainda maiores para nossas comunidades e para a economia local.”

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A Atlas Lithium é dona do maior conjunto de áreas para exploração de lítio do Brasil entre as empresas que têm ações na bolsa — cerca de 557 km² de direitos de mineração nas principais regiões produtoras do país. A ideia é crescer ainda mais, com novas plantas e mais capacidade, acompanhando a demanda mundial por lítio, que deve aumentar com o avanço da inteligência artificial e o crescimento dos carros elétricos.

Sobre a Atlas Lithium

A Atlas Lithium (NASDAQ: ATLX) é uma empresa de desenvolvimento de lítio focada em levar o Projeto Neves à produção. O projeto já tem todas as licenças e apresenta números fortes de retorno financeiro, com TIR de 145% e payback de 11 meses. A Atlas também tem cerca de 20% de participação na Atlas Critical Minerals (NASDAQ: ATCX).

Para mais informações, a íntegra do comunicado oficial (em inglês) está disponível em: https://www.newsfilecorp.com/release/304861

Contato de Imprensa — Brasil

Fábio Pimentel | Cel: (11) 9 5399 8998



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