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Atrações turísticas fortalecem Sorocaba

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Impulsionada pela valorização do turismo regional e de experiências ao ar livre, Sorocaba tem se consolidado como um destino estratégico no interior paulista, reunindo atrativos como o Zoológico Municipal Quinzinho de Barros, o Jardim Botânico Irmãos Villas-Bôas e seus diversos parques urbanos.

Para Ricardo Aly, diretor da Rede Nacional Inn de Hotéis, que integra a unidade Dan Inn Sorocaba, localizada em Sorocaba (SP), a cidade reúne características pouco comuns entre municípios do interior ao aliar porte urbano e infraestrutura consolidada a um ritmo mais tranquilo.

Segundo o diretor, o município se destaca tanto como polo econômico relevante — com histórico industrial que lhe rendeu o apelido de “Manchester Paulista” — quanto pela forte presença de áreas verdes e pela qualidade ambiental.

“São mais de 90 áreas verdes espalhadas pela cidade, o que transforma a forma como as pessoas utilizam o espaço urbano. Muitos turistas vêm justamente para caminhar, pedalar ou aproveitar esses ambientes ao ar livre”, afirma.

O executivo também ressalta os investimentos em mobilidade sustentável, com a implantação de uma ampla rede de ciclovias que interliga diferentes parques. De acordo com ele, somadas às avaliações positivas em indicadores ambientais, como qualidade do ar, tratamento de esgoto e gestão de resíduos, essas iniciativas posicionam a cidade como referência de desenvolvimento urbano aliado à preservação ambiental.

Turismo e uso dos espaços públicos

Ao abordar o perfil dos frequentadores, Aly percebe que os parques de Sorocaba recebem um público diverso, formado tanto por moradores quanto por visitantes. Entre os residentes, destaca, é comum o uso desses espaços para atividades cotidianas, como caminhadas, passeios de bicicleta, momentos em família e permanência ao ar livre. “Esses espaços acabam fazendo parte da rotina da cidade”, acrescenta.

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Localizada em posição estratégica no interior paulista, a cidade também atrai famílias de municípios vizinhos e da capital, que se deslocam para passeios de um dia ou fins de semana.

“O perfil mais comum é formado por famílias e grupos com crianças. Também há presença frequente de excursões escolares e visitantes interessados em atividades educativas”, observa.

Zoológico como símbolo e memória afetiva

Na avaliação do profissional, o Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros é um dos principais símbolos da cidade e representa um elemento de forte identificação entre os moradores. Segundo ele, o espaço vai além de sua função como atrativo turístico, estando presente na memória afetiva da população, que frequentemente o associa a experiências vividas na infância, em passeios escolares ou visitas em família.

“Além disso, há uma relevância concreta. O zoológico funciona desde 1968 e é considerado um dos mais completos da América Latina. São mais de mil animais, de cerca de 290 espécies, sendo 70% nacionais, muitas delas ameaçadas de extinção”, detalha.

Outros destaques incluem o Museu de Zoologia, com cerca de 800 peças, entre animais taxidermizados, ovos, chifres e crânios, além do Museu Histórico Sorocabano.

Ainda segundo Aly, em 1993, o zoológico foi escolhido pela população como símbolo da cidade e, atualmente, recebe mais de 600 mil visitantes por ano.

Jardim Botânico alia lazer e educação ambiental

Outro ponto destacado por Aly é o Jardim Botânico Irmãos Villas-Bôas, que ocupa uma área de 70 mil metros quadrados e reúne vegetação com características de cerrado e mata atlântica. O espaço se diferencia pela diversidade de ambientes, que incluem áreas inspiradas em floresta tropical, jardim japonês, roseiral em formato de sol e um orquidário construído com materiais reaproveitados, alinhado à proposta de sustentabilidade.

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De acordo com o especialista, o local também integra lazer e educação ambiental, com jardim sensorial de plantas medicinais, áreas destinadas a atividades educativas e estruturas voltadas à pesquisa, como herbário e sala de leitura. O mirante, com vista panorâmica da região, e a gratuidade de acesso contribuem para ampliar a circulação de visitantes, que utilizam o espaço tanto para recreação quanto para aprendizado.

Hotelaria acompanha perfil do visitante

Para o executivo, hotéis situados em destinos com forte vocação para o lazer ao ar livre devem alinhar sua operação ao perfil do visitante. Em Sorocaba, a demanda é impulsionada por turistas interessados em conhecer parques, o Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros e outros atrativos naturais.

Nesse contexto, a adaptação do Dan Inn Sorocaba está centrada na oferta de praticidade e conforto para quem busca explorar a cidade ao longo do dia e contar com uma estrutura adequada para descanso.

Aly nota que a escolha da hospedagem está diretamente relacionada à possibilidade de otimizar o roteiro turístico, o que reforça a importância de fatores como localização estratégica e facilidade de deslocamento.

“Como Sorocaba combina turismo urbano e natureza — com parques, ciclovias e amplas áreas verdes —, o hotel precisa oferecer essa base de apoio ao visitante. Ou seja, uma hospedagem confortável, bem localizada e preparada para quem deseja aproveitar o melhor da cidade, dos parques urbanos aos espaços de conservação ambiental”, conclui.

Para mais informações, basta acessar: https://www.nacionalinn.com.br/hotel/dan-inn-sorocaba



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Férias transformam leitura em brincadeira e conexão

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As férias chegaram, trazendo um convite para desacelerar e criar memórias inesquecíveis. Para muitas famílias, é o momento ideal para desmistificar a leitura como uma “tarefa escolar” ou uma obrigação. Pelo contrário: a leitura compartilhada pode ser um espaço de afeto, diversão e fortalecimento de vínculos entre adultos e crianças.

Além de ser uma grande brincadeira, o contato com os livros na primeira infância tem um impacto profundo no desenvolvimento infantil. Segundo o Center on the Developing Child, da Universidade de Harvard, cerca de 90% do cérebro humano está formado aos 6 anos de idade. Esse é o período de maior neuroplasticidade da vida humana. Pesquisas confirmam que escutar histórias lidas em voz alta enriquece o vocabulário, torna a linguagem mais complexa e facilita a alfabetização, o que reflete diretamente em um melhor desempenho escolar no futuro. Na prática, o segredo para despertar esse interesse nas crianças e colher todos esses benefícios está na mediação de leitura.

“Quando realizamos a mediação de leitura, devemos compreender que nossa ação está isento das obrigações escolares, como cobrar o que a criança aprendeu e exigir que ela entenda tudo perfeitamente. É um momento de outros encontros com os livros, em especial neste período de férias, exigindo nossa presença, escuta e diálogos na relação com a leitura”, explica Beto Silva, coordenador da área de Educação da Vaga Lume, especialista em formação de leitores e promotores de leitura e educação socioemocional “Ao longo dos anos, vemos que a prática da mediação de leitura, se mostra eficaz por criar outras possibilidades de conexão com o livro, com a leitura e com as pessoas em diferentes situações e contextos”, diz Silva.

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A mediação de leitura é o ato de ler para alguém sem a necessidade de explicar ou fazer perguntas sobre o que foi lido. O mediador cria um ambiente de escuta, curiosidade e afeto, estabelecendo pontes entre o livro e a criança e gerando o hábito leitor. Um exemplo do impacto desse processo é que, somente em 2025, a organização registrou mais de 56 mil empréstimos de livros em suas bibliotecas comunitárias, demonstrando a força do mediador de leitura e do acervo literário, composto por histórias, estilos de narrativa, formatos e representatividades diversas.

“A mediação tem uma fórmula simples em sua prática: a presença de uma pessoa mediadora, pessoas ouvintes e os livros. Neste encontro se estabelece uma relação afetiva pelas histórias lidas e pelo momento vivido”, afirma Beto. “Quando aproximamos crianças e adolescentes dos livros e realizamos situações de mediação de leitura, contribuímos para sua formação leitora que além da promoção de seu repertório cultural e linguístico, fortalecemos a possibilidade de pensar sobre si próprio, sobre os outros e sobre tudo que nos cerca. A leitura, também, promove o desenvolvimento da empatia, competência fundamental para a formação socioemocional”, completa.

Confira algumas dicas da Vaga Lume para deixar a leitura ainda mais divertida:

  • Monte um cantinho especial: Um tapete no chão, almofadas, uma caixinha com livros ao alcance da criança. O ambiente confortável e acessível já é um convite, se o livro estiver numa prateleira alta, dificilmente alguém vai até ele;
  • Deixe a criança escolher: O interesse é um dos principais caminhos para o vínculo com a leitura. Releituras da mesma história são válidas. Cada um pode escolher o que tem mais afinidade. Livros com mais texto, mais imagens ou formatos diferentes. O importante é se divertir;
  • Crie momentos possíveis: O hábito se constrói com constância, não com quantidade. Pode ser antes de dormir, na hora do almoço ou em qualquer brecha do dia. Pequenos momentos regulares valem mais do que longas sessões esporádicas;
  • Transforme a leitura em brincadeira: Não precisa de vozes, personagens ou interpretação profissional. Leia com calma, acolha as perguntas e se deixe levar pela história junto com a criança. A leitura compartilhada é um espaço de encontro e pode acontecer em silêncio também;
  • Mostre as imagens: Principalmente com bebês e crianças menores, as ilustrações são uma ponte poderosa para o encantamento. O livro imagem, por exemplo, abre espaço para múltiplas interpretações e conversas sem precisar de uma única palavra escrita;
  • Seja exemplo: Crianças que veem adultos lendo entendem que o livro tem valor. Mostrar que você também gosta de viajar nas páginas é, em si, um ato de mediação.
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