ECONOMIA
LUX amplia presença em festas de São João
ECONOMIA
Muito além das tradições populares, as festas juninas vêm se consolidando como uma das principais plataformas de conexão entre marcas e consumidores no Brasil. Impulsionados pela força cultural e pelo grande potencial de engajamento do público, eventos realizados em diferentes regiões do país têm atraído investimentos crescentes de empresas interessadas em fortalecer sua presença local, promover experiências imersivas e estabelecer vínculos mais próximos com os consumidores por meio da valorização das identidades regionais.
Nesse contexto, pelo segundo ano consecutivo, a LUX participa do São João de Caruaru e estreia no São João de Campina Grande, duas das maiores festas juninas do país. Em 2026, a marca aposta no conceito “Cheirosas chegam primeiro”, que valoriza o perfume, a autenticidade e a autoconfiança feminina.
A cantora Priscila Senna assume o posto de embaixadora da marca e fará uma apresentação especial em Caruaru. O público também poderá visitar o “Recanto das Cheirosas”, espaço imersivo com experiências interativas e distribuição de brindes exclusivos, que chega pela primeira vez a Campina Grande com criação da agência HIKE.
Marina Ballini, diretora de Marketing da Unilever Brasil, afirma que, dentro do planejamento de marketing da companhia, as festas juninas ocupam um espaço importante por representarem momentos de grande relevância cultural e emocional para os brasileiros.
“Estar presente nesse período é uma forma de construir conexão real com as consumidoras, em um contexto que valoriza tradição, celebração, confiança e expressão da identidade brasileira. Mais do que visibilidade, esse é um território de vínculo”, observa.
A escolha das duas cidades está relacionada à forte conexão que as festividades mantêm com a população local e ao potencial de engajamento proporcionado pelos eventos. “Para a LUX, faz muito sentido estar nesses espaços com consistência, ampliando nossa conexão com o Nordeste de forma relevante e autêntica”, acrescenta.
Com o objetivo de participar de manifestações culturais sem comprometer sua autenticidade, a marca adota uma abordagem baseada na escuta e na valorização das tradições locais. De acordo com Ballini, estar presente em celebrações de grande importância cultural, como as festas juninas, exige compreender e respeitar a história, os costumes e os elementos que compõem a identidade desses eventos, garantindo que as ações da marca dialoguem de forma genuína com a cultura regional.
“No caso da LUX, buscamos construir experiências que dialoguem com esse universo de forma genuína, valorizando a cultura, somando à festa e evitando qualquer movimento que soe forçado ou artificial”, detalha.
Nordeste como território estratégico de conexão
O Nordeste é uma região estratégica para a LUX. Além da força de consumo, a executiva explica que existe uma conexão cultural muito forte entre a região e os valores que a marca busca comunicar, como autoestima, beleza, presença e autenticidade.
“Estar próxima das consumidoras nordestinas nos ajuda a construir uma comunicação mais viva, mais próxima da realidade das mulheres brasileiras e mais alinhada com aquilo que realmente importa para elas”, pontua Marina Ballini.
Dessa forma, as experiências presenciais tornam a relação com a marca mais concreta e memorável, explica a profissional. “Quando uma consumidora vive uma ativação, entra em um espaço como o Recanto das Cheirosas e interage com a marca de forma sensorial, ela cria lembrança, afeto e identificação”, reforça.
Ativação conta com nova identidade de produtos
Em edição limitada para o São João, LUX lançou embalagens temáticas inspiradas em elementos da cultura nordestina, como renda, bordado, couro e chita. As fragrâncias da linha destacam diferentes perfis femininos, associando perfume, personalidade e autoestima.
A marca também promove a promoção “Cheirosas no São João”, válida até 13 de julho, que vai sortear um carro 0 km, prêmios semanais de R$ 10 mil e recompensas instantâneas em dinheiro para consumidoras que adquirirem produtos da marca*. A ação será divulgada por influenciadoras como Laura Brito, Geovanna Chaves e Dandara Barbosa, reforçando a campanha durante os festejos juninos.
“A LUX observa que, quando a marca entra nesse contexto de forma respeitosa e relevante, a conexão acontece de forma muito mais natural e verdadeira”, conclui a diretora de Marketing da Unilever Brasil.
Para mais informações sobre como participar da campanha “Cheirosas no São João”, basta acessar: https://promo.lux.com.br/
*O período para participar é de 04/05/2026 a 13/07/2026. Para conferir os regulamentos e CA basta acessar www.promo.lux.com.br . Imagens meramente ilustrativas no mesmo cupom fiscal. Entregue em crédito em cartão digital, sem função de saque e transferência, com sugestão de uso de prêmio.
ECONOMIA
Pequenas lojas sustentam setor de material de construção
O varejo de material de construção brasileiro fechou 2025 com 160.627 lojas em operação e faturamento estimado em R$ 238,9 bilhões, segundo estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisas da Associação Nacional de Comerciantes de Material de Construção (Anamaco). O dado revela um setor de grande capilaridade nacional, mas marcado principalmente pela presença de negócios de pequeno porte.
De acordo com o estudo, 69,5% das lojas têm até quatro funcionários, o equivalente a cerca de 111,5 mil estabelecimentos. Ao todo, o segmento emprega 808.631 trabalhadores formais, com média de 5,03 funcionários por loja.
Para o presidente do Sistema Anamaco, Cassio Tucunduva, os números mostram que o varejo de material de construção tem uma relevância que vai além do faturamento. “O setor de material de construção é uma força econômica sustentada, em grande parte, por pequenos empresários. São lojas presentes no dia a dia das cidades, que abastecem obras, reformas e famílias, geram empregos locais e movimentam a economia em todas as regiões do país”, afirma.
Sudeste perde participação, e setor avança fora dos grandes centros
Embora ainda concentre a maior fatia do varejo de material de construção, o Sudeste vem perdendo participação no total de lojas do país. Em 2006, a região representava 50,3% dos estabelecimentos. Em 2025, passou para 45,7%.
No mesmo período, Nordeste, Norte e Centro-Oeste ampliaram participação, em um movimento que aponta para a descentralização gradual do setor e para o crescimento do varejo de material de construção fora dos mercados historicamente mais concentrados.
“A pesquisa mostra um setor cada vez mais distribuído pelo território nacional. Isso acompanha transformações econômicas, urbanas e regionais do Brasil, com expansão do varejo em diferentes praças e maior protagonismo de mercados fora do eixo tradicional”, analisa o presidente da Anamaco, entidade que reúne Fecomacs e Acomacs de todo país.
Presencial ainda domina, mas WhatsApp já é quase universal
Apesar do avanço da digitalização no varejo, o atendimento presencial segue como base do setor: 100% das lojas pesquisadas realizam atendimento físico. Entre os canais de contato com clientes, o WhatsApp já é utilizado por 97% dos estabelecimentos, enquanto o telefone aparece em 91%.
O e-commerce também avança, mas com diferenças relevantes conforme o porte da empresa. Entre pequenas e médias lojas, 20% já realizam vendas online. Entre grandes empresas, o índice chega a 56%.
O levantamento mostra ainda que cerca de um terço das lojas que ainda não vendem pela internet pretende iniciar operações digitais nos próximos 12 meses.
Para a consultora do Instituto de Pesquisas da Anamaco, Katia Ratnieks, os dados indicam que a digitalização no setor avança de forma complementar, e não como substituição imediata do atendimento presencial.
“O atendimento presencial continua sendo central no varejo de material de construção, especialmente porque muitas compras envolvem orientação técnica, confiança e relacionamento. Mas os canais digitais já fazem parte da rotina das lojas, principalmente o WhatsApp, que se consolidou como uma ponte direta entre lojista e consumidor”, avalia.
Segundo ela, o desafio dos próximos anos será transformar a presença digital em ganho real de produtividade, vendas e gestão. “Há uma diferença importante entre usar canais digitais para atendimento e estruturar uma operação digital mais completa. O estudo mostra que muitas empresas já deram o primeiro passo, mas ainda existe espaço para evoluir em e-commerce, marketplace, gestão de dados e integração entre o físico e o digital”, completa.
A Pesquisa Anamaco é realizada desde 1991 pelo Instituto de Pesquisas da Anamaco e embasa a definição dos vencedores do Prêmio Anamaco, uma das principais premiações do setor da construção civil.
O levantamento reúne dados sobre número de lojas, faturamento, emprego, perfil regional, canais de venda, digitalização, formas de compra, uso de e-commerce e marketplace, adoção de tecnologias digitais, fontes de informação e práticas de gestão adotadas pelos lojistas. A pesquisa foi elaborada com base na análise de duas mil lojas em todo o país.
-
POLÍCIA7 dias atrásNovas psicólogas e assistente social reforçam rede de acolhimento da Polícia Civil
-
CURIOSIDADES6 dias atrásCASACOR SP tem programação a dois para o Dia dos Namorados
-
POLÍCIA6 dias atrásPolícia Militar lança operação para reforçar combate à violência doméstica e ao feminicídio em MT
-
POLÍCIA5 dias atrásGoverno de Mato Grosso entrega nova Delegacia de Polícia de Nobres
-
POLÍCIA2 dias atrásPolícia Civil de Mato Grosso deflagra Operação Virtude 2026 para intensificar combate à violência contra a pessoa idosa
-
POLÍCIA2 dias atrásPolícia Civil mira grupo investigado por sextorsão contra influenciadora digital em Mato Grosso
-
CURIOSIDADES7 dias atrásBahia lidera chegada de turistas internacionais no Nordeste
-
ESPORTES6 dias atrásProjeto de turismo em favelas do Rio prepara rota especial para a Copa


