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Produção de azeitonas na Califórnia otimiza a importação

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Conhecida pela produção de vinhos, o clima da Califórnia também tem se mostrado ideal para o cultivo de azeitonas. Introduzidas na região por missionários espanhóis no século XVIII, hoje são cultivadas por pequenos e médios produtores familiares, com destaque para as variedades Manzanilla e Sevillana, em fazendas nos vales de San Joaquin, Tulare, Glenn e Tehama, responsáveis por quase toda a produção de azeitonas do país.

Com invernos amenos e verões quentes e secos, o clima da Califórnia confere atributos particulares aos frutos que, mesmo com produção em larga escala, mantêm processo de colheita manual. A cura das azeitonas também é respeitada, passando sete dias imersas em uma solução de soda cáustica e por sucessivos enxágues e oxigenação, ativando naturalmente a coloração preta dos frutos. Na sequência, são enlatadas em salmoura suave, seguindo as normas de segurança alimentar do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O resultado são azeitonas com perfil sensorial padronizado, sem o amargor característico do produto de outras origens.

Atuando como guardião da tradição do cultivo de azeitonas e como motor da inovação em produção, o California Olive Committee (COC) opera sob supervisão do USDA — status que outorga ao COC a autoridade legal para estabelecer e fazer cumprir regulamentos de qualidade, financiamento de pesquisas e a promoção das azeitonas de mesa ao redor do mundo. Em essência, é um modelo de autogestão da indústria, em que os próprios produtores e processadores decidem, de forma democrática, os rumos do setor.

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O COC tem como objetivo assegurar que cada azeitona californiana carregue consigo não apenas o sabor característico, mas o compromisso com a indústria agrícola das azeitonas dos Estados Unidos. O comitê também é responsável por transformações na indústria, criando padrões de qualidade que passam pelo manejo correto do solo, preservação de recursos naturais e padronização das azeitonas. Para isso, investimentos em pesquisa científica agrícola são constantes, garantindo o desenvolvimento de novas variedades e técnicas de cultivo mais eficientes e sustentáveis.



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IBGE abre seleção para mais de 27 mil recenseadores temporários

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu processo seletivo para contratar 27.279 recenseadores temporários que atuarão no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. As inscrições poderão ser feitas a partir das 10h do dia 6 de novembro até as 23h59 do dia 25 de novembro no site da Fundação Cesgranrio .

De acordo com o edital publicado nesta quarta-feira (4) no Diário Oficial da União , a taxa de inscrição é de R$ 70. Os candidatos selecionados serão contratados, por seis meses, para coletar informações em estabelecimentos agropecuários em todo o país.

A remuneração será composta por uma parcela fixa mensal de R$ 1.741 e uma parcela variável por produção, limitada a R$ 2.629. Com isso, o valor total poderá chegar a R$ 4.370, conforme o desempenho do recenseador e o cumprimento das metas de coleta estabelecidas pelo instituto.

Além da remuneração, os contratados terão direito a auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio pré-escolar, férias e 13º salário proporcionais, adicional de um terço de férias e auxílio para custeio de deslocamentos relacionados ao trabalho.

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Veja algumas das principais informações:

Assunto

Detalhes

Cargo

Recenseador

Vagas

27.279

Inscrições

6 a 25 de novembro de 2026

Taxa de inscrição

R$ 70

Parcela fixa da remuneração

R$ 1.741

Parcela variável máxima

R$ 2.629

Auxílio-alimentação

R$ 1.192

Duração inicial do contrato

Até 6 meses

Banca organizadora

Fundação Cesgranrio

Atividades

Os recenseadores serão responsáveis por identificar, localizar e visitar estabelecimentos agropecuários nos setores sob sua responsabilidade.

Entre as atribuições estão a realização de entrevistas presenciais com produtores rurais, o preenchimento de questionários eletrônicos em dispositivos móveis, a atualização de cadastros e o registro de coordenadas geográficas das propriedades visitadas.

Também caberá aos profissionais transmitir os dados coletados ao sistema do IBGE, cumprir metas de produtividade e qualidade, participar de treinamentos e manter sigilo sobre as informações prestadas pelos entrevistados.

O prazo de contratação poderá ser prorrogado, desde que o período total não ultrapasse quatro anos, conforme a legislação que rege as contratações temporárias na administração pública federal.



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