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Polícia Militar prende homem com espingarda irregular e munições em Ponte Branca

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A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu um homem, de 47 anos, por porte ilegal de arma de fogo, na noite deste domingo (31.5), no município de Ponte Branca. O suspeito foi detido em flagrante com uma espingarda carabina sem documentação, durante abordagem na MT-100.

Durante execução da Operação Tolerância Zero, as equipes policiais das cidades de Ponte Branca e Araguainha montaram uma barreira na rodovia MT-100, que liga os municípios, para fiscalização e abordagem de veículos.

Na abordagem a um veículo, ocupado por um homem, a PM encontrou uma espingarda carabina de calibre 22 e 33 munições a bordo do carro. O suspeito se apresentou como dono do armamento, mas não apresentou documentação que comprovasse o porte da arma, nem informou sobre a procedência do objeto.

Diante da situação, os policiais deram voz de prisão em flagrante para o homem, que foi conduzido para a delegacia da cidade de Alto Araguaia para registro do boletim de ocorrência e todas as demais providências que o caso requer.

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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