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Sinfra retirou mais de 1,5 mil toneladas de lixo do sistema de drenagem urbana em sete meses

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A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Sinfra), segue atuando na limpeza das bocas de lobo em diversas regiões da cidade com a utilização de caminhões vac-all. Em sete meses de execução dos serviços, desde outubro do ano passado, foram realizadas as limpezas de 989 bocas de lobo, com a retirada de aproximadamente 1,5 mil toneladas de lixo da rede de drenagem.

Os dados são da Sinfra que destaca que o trabalho vem sendo feito em todas as regiões da cidade, atendendo diversos bairros, conforme cronograma técnico e necessidade identificada pelas equipes da Pasta.

O objetivo desse tipo de serviço é manter a eficiência do sistema de drenagem urbana, contribuindo para reduzir alagamentos. O trabalho, de acordo com a Sinfra, segue sendo realizado em diversas regiões de Rondonópolis.

O secretário Municipal de Infraestrutura, Lucas Luz, reforça que a limpeza das bocas de lobo é fundamental para garantir o correto escoamento das águas pluviais, prevenindo alagamentos, enxurradas e o acúmulo de resíduos que podem obstruir a rede de drenagem. 

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Além disso, a manutenção periódica contribui para a conservação da infraestrutura urbana e redução de riscos à saúde pública causados pelo acúmulo de lixo e água parada.

Marcos Miraglia/Gcom

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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