MATO GROSSO
Traficante alvo da Operação Hidra é preso após ser localizado em hotel em Jericoacoara no Ceará
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O último alvo da Operação Hidra, deflagrada na quinta-feira (19.2), pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), foi preso nesta sexta-feira (20), em ação conjunta da Polícia Civil de Mato Grosso e Polícia Civil do Ceará, após ser localizado na cidade de Jericoacoara (CE).
O traficante, de 19 anos, que estava com mandado de prisão decretado pela Núcleo 4.0 de Garantias de Cuiabá, foi flagrado em posse de substâncias entorpecentes e dinheiro, sendo também autuado em flagrante por tráfico de drogas.
A operação foi deflagrada com base em investigações da Denarc, conduzidas ao longo dos últimos meses e que identificaram uma rede estruturada de fornecedores de drogas, responsáveis pela comercialização de diversas substâncias ilícitas, atuando com o tráfico interestadual, entre Mato Grosso e Distrito Federal.
O jovem, preso no Ceará, era um dos fornecedores de droga de Cuiabá. Ele atuava com a venda de entorpecentes on-line, mantendo uma loja virtual para a prática da atividade ilícita. Após levantamentos da Polícia Civil de Mato Grosso foi possível identificar a localização do traficante em um hotel em Jericoacoara (CE), sendo as informações repassadas para a Polícia Civil do Ceará.
Após monitoramento, os policiais do Ceará conseguiram localizar o suspeito, que foi flagrado em posse de grande quantidade de cogumelos alucinógenos prontos para venda, R$ 6 mil em dinheiro e aparelhos celulares.
Todo material ilícito foi apreendido e o suspeito conduzido à Delegacia de de Repressão às Ações Criminosas Organizadas da Região Norte (Draco – Norte), onde além de serem tomadas as providências para cumprimento do mandado de prisão, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Polícia investiga ligação de policiais com facção criminosa
Policiais civis fazem, nesta terça-feira (13), operação contra policiais suspeitos de favorecer atividades criminosas da facção Comando Vermelho, no Rio de Janeiro. Os agentes públicos são investigados por indícios de que utilizavam sua própria função para repassar informações privilegiadas e para se envolver em negociações clandestinas de armamentos e munições.
As investigações, que contam com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar e também do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), começaram em outubro de 2023, quando a Polícia Civil prendeu um policial militar e outro homem que transportavam 100 quilos de cocaína no subúrbio da capital fluminense.
A partir da prisão, identificou-se uma estrutura que atuava, de forma coordenada, na compra, no transporte e na distribuição de grandes quantidades de drogas e armas para comunidades controladas pelo Comando Vermelho.
As investigações também identificaram pessoas que forneceriam informações privilegiadas sobre operações policiais para beneficiar o grupo . Até as 8h10 desta terça-feira, três pessoas já tinham sido presas, sendo uma em flagrante e duas por cumprimento de mandados de prisão.
A polícia também investiga a morte do policial militar preso em 2023. Ele foi assassinado com vários tiros, em julho deste ano, quando chegava ao condomínio onde morava, na zona sudoeste da capital.
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