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Wellington Fagundes diz que aval do TCU destrava duplicação da BR-163 em Mato Grosso
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O senador Wellington Fagundes afirmou nesta quinta-feira (22/01) que a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU), que aprovou o acordo de repactuação da concessão da BR-163/MT/PA, autoriza um novo contrato capaz de viabilizar a duplicação de 245,8 quilômetros da rodovia em Mato Grosso, além de um pacote de investimentos da ordem de R$ 10,6 bilhões. A medida destrava definitivamente as obras de duplicação no Nortão do estado.
Para o senador, a decisão representa uma conquista histórica para Mato Grosso, ao enfrentar um dos maiores gargalos logísticos do país e salvar vidas em uma rodovia marcada por altos índices de acidentes. “A BR-163 é estratégica para o Brasil e essencial para Mato Grosso. Essa decisão corrige um modelo que se mostrou inviável e abre caminho para uma rodovia mais segura, moderna e compatível com o crescimento do nosso agronegócio”, afirmou.
Presidente da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (FRENLOGI), Wellington Fagundes tem atuação direta e permanente na articulação do tema em Brasília. No ano passado, o senador intensificou essa agenda institucional, com visitas ao Tribunal de Contas da União, audiências públicas, reuniões técnicas e articulações com o Ministério dos Transportes, ANTT, DNIT, setor produtivo, concessionárias e lideranças regionais, defendendo uma solução definitiva para a BR-163 diante da não concretização da Ferrogrão.
Esse resultado é fruto de um trabalho de longo prazo conduzido pelo senador Wellington Fagundes em conjunto com a bancada federal de Mato Grosso, órgãos de controle e entidades do setor de infraestrutura. Ao longo dos últimos anos, a atuação articulada junto ao TCU, DNIT e ANTT permitiu avanços concretos em diferentes trechos da BR-163. O primeiro passo foi a elaboração do projeto de duplicação entre Rondonópolis e Cuiabá, iniciado a partir de março de 2006. Na sequência, avançaram as obras de duplicação entre Rondonópolis e a divisa com Mato Grosso do Sul. Atualmente, estão em andamento as obras de duplicação no trecho entre Cuiabá e Sinop. E, neste momento, encontra-se em análise no TCU o processo que trata da autorização para elaboração do projeto e execução das obras de duplicação entre Sinop e Guarantã do Norte nos próximos anos.
Em julho do ano passado, Wellington esteve no TCU em reuniões com os ministros Augusto Nardes e Antônio Anastasia, cobrando celeridade na análise da proposta de repactuação do contrato da Via Brasil, no trecho entre Sinop e Guarantã do Norte. Na ocasião, o parlamentar reforçou que a duplicação da rodovia era uma urgência humanitária. “Cada quilômetro duplicado representa uma vida preservada. O que está em jogo é a segurança de quem produz, de quem trabalha e de quem move o Brasil”, destacou à época.
A articulação também envolveu o Painel de Referência da Comissão de Solução Consensual da Via Brasil, promovido pelo próprio TCU, que reuniu órgãos de controle, representantes do governo federal, prefeitos, parlamentares e lideranças do Norte de Mato Grosso, consolidando o entendimento de que a duplicação era inadiável.
“O aumento do tráfego pesado tornou o contrato anterior ultrapassado e perigoso. Como presidente da FRENLOGI, sempre defendemos uma repactuação responsável, com investimentos reais, fiscalização rigorosa e foco absoluto na segurança dos usuários”, ressaltou Wellington.
O novo contrato prevê, além da duplicação em Mato Grosso, a implantação de faixas adicionais no Pará, melhorias nos acessos aos portos do Arco Norte e a execução de obras já no período de transição, antes mesmo do leilão.
Wellington Fagundes fez questão de reconhecer o papel institucional do Tribunal de Contas da União na construção da solução. “Quero registrar meu agradecimento ao presidente do TCU, ministro Bruno Dantas, ao ministro Antônio Anastasia e, de forma muito especial, ao ministro Augusto Nardes, que teve papel fundamental tanto no ajuste de conduta e otimização do contrato da Nova Rota do Oeste quanto agora, nesse novo contrato da Via Brasil. Houve sensibilidade, responsabilidade e compromisso com o país”, afirmou.
Para o senador, a decisão do TCU demonstra maturidade institucional e foco no interesse público. “É uma vitória da articulação, do diálogo e da responsabilidade com a infraestrutura nacional. Mato Grosso e o Brasil ganham em competitividade, logística e, principalmente, em vidas preservadas”, concluiu.
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Max celebra inauguração do primeiro free shop de MT
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), celebrou a inauguração do Pantanal Free Shop, primeiro empreendimento do segmento em Mato Grosso. A loja franca abriu as portas nesta segunda-feira (19), em Cáceres, município localizado a cerca de 215 km de Cuiabá, após um investimento privado de R$ 20 milhões. Além disso, a iniciativa busca fortalecer o comércio, o turismo e a economia da região Oeste.
Max participou da articulação política que viabilizou a legislação estadual para a instalação do empreendimento. Em junho de 2025, o parlamentar acompanhou a sanção da lei pelo então governador Mauro Mendes (União), ao lado da prefeita Eliene Liberato (Pode) e de lideranças locais.
Na ocasião, Max destacou a importância da união entre o poder público, empresários e representantes da sociedade para concretizar o projeto.
“Essa conquista nasceu da mobilização de quem vive aqui, dos prefeitos, empresários, da população que sonha em ver Cáceres crescer. E nós, na Assembleia, entramos de corpo e alma para transformar esse sonho em realidade”, afirmou durante a sanção da lei.
Localizado na Avenida São Luís, o Pantanal Free Shop ocupa uma área de 590 metros quadrados. Além disso, o empreendimento reúne produtos nacionais e importados, ampliando as opções de compras para moradores e visitantes.
Articulação pela instalação do free shop
A instalação da loja franca avançou após a aprovação da legislação estadual que regulamentou os benefícios fiscais para o setor. Nesse processo, Max participou das discussões com o Governo do Estado e lideranças da região Oeste.
Além disso, o parlamentar defendeu a importância do empreendimento para fortalecer a economia regional. Segundo Max, a proposta vai além da comercialização de produtos e pode impulsionar outras atividades econômicas, como hotelaria, gastronomia e serviços. Ao mesmo tempo, o investimento pode contribuir para a geração de empregos e novas oportunidades de negócios.
“Cáceres vai se transformar em destino de compras, como vemos em cidades como Ponta Porã. E mais do que atrair turistas, isso vai movimentar o comércio local, gerar empregos e dar vida nova à economia da região”, destacou o deputado ao defender a implantação do projeto.

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