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Animais e equipe do Cibear entram em campo com jogadores do União no Luthero Lopes

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Os animais do Centro Integrado de Bem-Estar Animal de Rondonópolis (CIBEAR), estrutura da Prefeitura de Rondonópolis, entraram em campo antes da partida válida pela 3ª rodada do Campeonato Mato-grossense, do União contra o Primavera, no Estádio Luthero Lopes, em Rondonópolis. 

A ação fez parte de uma parceria entre o União Esporte Clube e o CIBEAR em defesa da causa animal. A iniciativa tem como objetivo incentivar a adoção responsável de cães e gatos, utilizando a visibilidade do futebol como ferramenta de conscientização social.

Antes do início da partida, os animais resgatados entraram em campo junto com a equipe do CIBEAR e os jogadores do União, acompanhados por uma faixa de conscientização com a mensagem “Faça uma jogada de mestre, drible o abandono e adote um pet”. 

 “Essa é uma parceria que o Cibear fez junto com a diretoria do União de trazer os pets para o campo para a conscientização da adoção, de tirar esses animais dos abrigos, de uma condição de enclausurados e levá-los para dentro de lares. A proposta veio para fazer com que esses animais recebam um novo lar” pontua o superintendente do Cibear, Thiago Meirelles. 

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 Entre os animais entraram cães idosos, adultos, um portador de deficiência e um filhote, reforçando a importância da adoção consciente, especialmente daqueles que enfrentam maior dificuldade para encontrar um lar.

A dentista Suellen de Castro Silva estava na arquibancada e se emocionou com a entrada dos animais. “Eu achei uma iniciativa incrível, eu acho que precisamos ter esse olhar para esses animais que precisam do nosso acolhimento, da nossa ajuda. Eu particularmente sou apaixonada em animais, adoto vários da rua, tenho vários animaizinhos na minha casa e eu achei lindo ter esse começo, ter esse ponta pé para todo mundo ter esse conhecimento dessa causa”, finaliza a torcedora. 

A ação une futebol e responsabilidade social, destacando o papel do esporte como instrumento de apoio a causas públicas relevantes. A parceria entre o União e o CIBEAR é considerada um verdadeiro “gol de placa” pela causa animal, ao dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pelo órgão municipal e estimular o engajamento da
comunidade.

 O CIBEAR atua em Rondonópolis com ações de resgate, acolhimento, atendimento veterinário, campanhas educativas e incentivo à adoção responsável, contribuindo diretamente para a redução do abandono e para a
promoção do bem-estar animal.

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Imagem – Adeildson José

Prefeitura de Rondonópolis

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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