MATO GROSSO
Semana Pedagógica 2026 reúne mais de 2,5 mil servidores por dia e marca preparação da rede estadual para o ano letivo
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) realiza, de 19 a 23 de janeiro, a Semana Pedagógica 2026, evento que antecede o início do ano letivo da rede estadual, previsto para 2 de fevereiro. A programação acontece no Complexo Leila Maluf, em Cuiabá, e deve reunir cerca de 2.500 servidores por dia.
Considerado um dos principais momentos de organização da educação pública estadual, o encontro reúne gestores, professores, equipes técnicas, psicossociais e novos servidores, com o objetivo de alinhar diretrizes pedagógicas, administrativas e de gestão para as 628 escolas da rede.
A abertura ocorre a partir das 08h, com a Imersão em Rede, voltada às equipes gestoras e psicossociais responsáveis por conduzir o planejamento escolar ao longo do ano. Entre os dias 20 e 22, os professores participam de oficinas rotativas com atividades práticas, voltadas ao aprimoramento das práticas pedagógicas em sala de aula.
A programação inclui ainda a posse e atribuição de novos servidores concursados e ações de valorização profissional, como o lançamento do SuperChef 2026, iniciativa destinada à Área de Alimentação Escolar. A Semana Pedagógica busca garantir que todas as unidades iniciem o ano letivo de forma integrada e alinhada às diretrizes da Seduc.
Serviço
O que: Semana Pedagógica 2026 da Rede Estadual de Ensino
Quando: De 19 a 23 de janeiro de 2026
Onde: Complexo Leila Maluf, em Cuiabá
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Salas Acolher + Saúde fortalecem rede de proteção com atuação integrada em Cuiabá
Mulheres em situação de violência contam com atendimento integrado e mais próximo de casa por meio das Salas Acolher + Saúde, estratégia da Prefeitura de Cuiabá que ampliou de dois para quatro os espaços destinados ao acolhimento. As salas funcionam em Unidades de Saúde da Família (USFs) e integram as ações das secretarias municipais de Saúde e da Mulher.
Atualmente, as Salas Acolher + Saúde estão instaladas nas USFs Jockey Clube, Grande Terceiro, CPA 4 e Ribeirão da Ponte. Nesses espaços, as mulheres recebem atendimento multiprofissional, de acordo com as necessidades apresentadas. Entre os profissionais disponíveis estão psicólogos, enfermeiros, médicos, odontólogos, nutricionistas e assistentes sociais.
De acordo com a secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, a integração entre as duas secretarias permite encaminhar as mulheres de acordo com as necessidades identificadas durante o atendimento. “As Salas Acolher + Saúde são uma estratégia da Prefeitura de Cuiabá para ampliar o atendimento às mulheres em situação de violência. A Secretaria da Mulher trabalha integrada com a Secretaria de Saúde, de maneira que as mulheres que estejam em situação de violência tenham real atendimento dentro da Prefeitura de Cuiabá”, destacou.
O fluxo entre os serviços das duas secretarias funciona nos dois sentidos. Mulheres atendidas nas unidades de saúde podem ser encaminhadas aos serviços da Secretaria da Mulher, enquanto aquelas que chegam primeiro à rede de proteção também podem ser direcionadas para atendimento na área da saúde.
A secretária adjunta de Atenção Primária, Cinara Thaís Silva de Brito Sobrinho, destaca que a ampliação dos espaços permitiu descentralizar o atendimento e aproximá-lo dos bairros. “Anteriormente nós tínhamos duas Salas Acolher + Saúde. Hoje nós temos quatro, ou seja, nós duplicamos para que essas mulheres tenham mais acesso e, principalmente, dentro do território, garantindo que cada regional de saúde tenha pelo menos uma sala”, afirmou.
Cinara também enfatizou que as Salas Acolher + Saúde funcionam como porta aberta. “Isso significa que a mulher não precisa morar na região onde está localizada a unidade para buscar atendimento. Ela pode procurar qualquer um dos quatro espaços e será acolhida pela equipe”, completou.
Com foco na descentralização do atendimento, a Prefeitura de Cuiabá substituiu as antigas Salas da Mulher das UPAs pelas Salas Acolher + Saúde, ampliando o acesso e fortalecendo a rede de proteção às mulheres. Em casos de violência sexual ocorridos em até 72 horas, a orientação é procurar o Hospital Universitário Júlio Muller, onde funciona o Projeto Ipê.
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