TEREZA DE BENGUELA
Polícia Civil deflagra operação contra autores de violência doméstica
POLÍCIA
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (19.11), a Operação Tereza de Benguela, para cumprimento de nove ordens judiciais contra homens investigados por práticas de violência doméstica e familiar contra suas companheiras, oito delas em Cuiabá e uma no Distrito de Nossa Senhora da Guia.
Na operação, deflagrada pela Coordenadoria de Combate à Violência Contra Mulher e Vulneráveis e pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher de Cuiabá, são cumpridos seis mandados de busca e apreensão domiciliar e três de prisão preventiva, expedidas pela Primeira Vara de Violência Doméstica e familiar da capital.

A ação foi realizada às vésperas do Dia da Consciência Negra e no início da campanha “21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher”, reforçando o compromisso da Polícia Civil com o enfrentamento à violência de gênero. A campanha busca, por meio de ações e operações, conscientizar a população sobre os diferentes tipos de agressão contra meninas e mulheres em todo o mundo. Trata-se de uma mobilização anual, empreendida por diversos atores da sociedade civil e do poder público, sendo realizadas ações preventivas e de combate à violência contra a mulher.

Tereza de Benguela
O nome da operação é uma homenagem a líder quilombola do século XVIII que governou o Quilombo do Quariterê (ou Piolho), no atual território mato-grossense. Tereza de Benguela liderou a comunidade negra e indígena por mais de 20 anos, organizando a economia, a política e a defesa do quilombo.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
-
POLÍCIA1 dia atrásPolícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
-
POLÍCIA4 dias atrásPolícia Militar localiza aeronave e apreende 78 tabletes de cocaína na Reserva do Cabaçal
-
POLÍCIA4 dias atrásPolícia Civil deflagra operação para apurar homicídio de jovem em Poxoréu
-
CURIOSIDADES4 dias atrásCaracterísticas raras atraem turistas para Poços de Caldas
-
CURIOSIDADES3 dias atrásAcessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs
-
CURIOSIDADES5 dias atrásEconomia criativa amplia empregos e renda no Brasil
-
CURIOSIDADES4 dias atrásLab Novas Histórias abre inscrições para edição de 30 anos
-
POLÍCIA3 dias atrásPolícia Civil cumpre mandados contra investigado por coagir e intimidar delegado em Cuiabá


