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Operação Rangers do Cerrado agitou Rondonópolis com maior evento de airsoft do Centro-Oeste

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Rondonópolis recebeu neste fim de semana o maior evento de airsoft já realizado na região Centro-Oeste. A “Operação Rangers do Cerrado – A Última Batalha Pela República” reuniu praticantes e entusiastas da modalidade no Parque de Exposições Wilmar Peres de Farias, com uma programação diversificada e solidária.

Com apoio da Secretaria Municipal Adjunta de Esportes e Lazer, o evento foi considerado histórico e inédito na cidade. Além das operações simuladas de airsoft, o público teve à disposição exposições de veículos militares e raros, venda de equipamentos táticos, praça de alimentação, shows ao vivo e torneios abertos ao público. Um dos destaques culturais foi a apresentação da banda Red River, que animou o público no fim da tarde de sábado.

De acordo com o secretário adjunto de Esportes e Lazer, Marcos Paulo, o evento superou todas as expectativas de público e participação.

“O evento foi um sucesso. Nós esperávamos um público X, porém a capacidade aqui do evento superou as expectativas. Tivemos o estado de Mato Grosso em peso, pessoal de Alta Floresta, Cuiabá, Várzea Grande, Guiratinga, além de participantes de fora do estado, como Goiânia. Por ser o primeiro evento, estamos muito contentes com o resultado. E tudo isso acontece graças ao apoio do nosso prefeito, que não mediu esforços para que isso se tornasse realidade”, destacou.

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Para Carlos Eduardo, organizador da operação, a união dos praticantes e o espírito solidário foram os grandes destaques. “O evento foi um sucesso, não imaginávamos que ele teria essa proporção. Recebemos operadores de nove estados do Brasil e mais de 360 inscritos em apenas 28 dias. Tivemos três batalhões na grande operação final, e o Batalhão Cateto, da equipe de Cuiabá, saiu vencedor. Foi gratificante ver a parceria, a ideia da filantropia, de ajudar o Lar dos Idosos, e o apoio que recebemos em tão pouco tempo. Aonde chegávamos, as portas se abriam”, relatou.

E a boa notícia é que o evento já tem data para a próxima edição: dias 1, 2 e 3 de maio de 2026. A expectativa é que, com o sucesso deste ano, a operação cresça ainda mais e se consolide no calendário de grandes eventos de Rondonópolis.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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