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Hamilton Mourão é eleito vice-presidente da CCT

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O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) é o novo vice-presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT). Ele foi eleito nesta terça-feira (29) por aclamação. Mourão foi indicado pela liderança do seu partido para ocupar a vaga, seguindo o critério de proporcionalidade.

— Eu queria agradecer a confiança em mim depositada pelo meu partido, mas principalmente aos colegas que compõem esta comissão por terem concordado em sufragar o meu nome, por aclamação, para o cargo de vice-presidente — disse Mourão após a eleição.

O senador também se manifetou pela recuperação do presidente do colegiado, senador Flávio Arns (PSB-PR), afastado por motivo de saúde. Para Mourão, o presidente da comissão atua sempre com sabedoria e discernimento e tem uma forma única de lidar com os assuntos tratados no colegiado. Arns foi eleito presidente da comissão no dia 19 de fevereiro.

Pantanal

Após a eleição, o senador Wellington Fagundes (PL-MT) comemorou o fato do ex-vice-presidente da República ter sido indicado pela o cargo. Para ele, Mourão trabalhará em parceria com os colegas em assuntos relevantes como o Pantanal, que terá uma subcomissão na CCT.

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— Para nós, é muito importante, porque é ciência e tecnologia no Pantanal. Nosso maior problema lá hoje é exatamente a questão das queimadas. E como é uma área muito grandiosa, nós temos que colocar lá ciência e tecnologia, para que a gente possa, principalmente, desenvolver aquela região de uma forma sustentável — disse o senador.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

 

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