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Ação integrada da Polícia Civil interdita clínica veterinária em Pontes e Lacerda

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A Polícia Civil interditou em ação integrada, nesta quinta-feira (24.4), uma clínica veterinária no município de Pontes e Lacerda (a 448 km de Cuiabá), por irregularidades no funcionamento do estabelecimento.

Participaram também da ação integrada o Conselho Regional de Medicina Veterinária de Mato Grosso e a Vigilância Sanitária Municipal de Pontes e Lacerda.

A ação realizada pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) integra a Operação Sansão, que busca combater o crime de maus-tratos de animais domésticos.

Durante fiscalização no estabelecimento, as equipes identificaram diversas irregularidades, como insalubridade, comércio de medicamentos vencidos e atendimentos médicos veterinários sem licenciamento. Representantes do Conselho Regional de Medicina Veterinária também reprovaram todos os itens de adequações do local.

Já a Vigilância Sanitária Municipal constatou proliferação de mosquitos, com muitos locais servindo como criadouros, fato que corroborou com o aumento significativo de moradores do entorno infectados com a doença chikungunya.

A Polícia Civil instaurou procedimento investigativo para apurar o possível cometimento de crime ambiental no local.

Operação Sansão

Desenvolvida desde 2022 pela Dema, a Operação Sansão já apurou mais de 2 mil denúncias de maus-tratos de animais domésticos apuradas pela especializada.

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Nome da operação

O nome Sansão faz referência ao cachorro da raça pitbull, que teve suas patas traseiras arrancadas por agressores com o uso de um facão, em junho de 2020 no Estado de Minas Gerais.

Com ajuda de uma prótese desenvolvida em Denver, nos Estados Unidos, e doado pela associação de proteção animal Patas Para Você, o cachorro começou a andar novamente.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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