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Polícia Civil prende segundo envolvido em espancamento de boliviano

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Mais um homem investigado por envolvimento no espancamento que resultou na morte de um boliviano em Cáceres foi preso pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (24.4), em ação para cumprimento de mandado judicial.

O suspeito, de 21 anos, teve a prisão preventiva decretada pela 1ª Vara Criminal da Comarca local, após ser identificado na investigação conduzida pela 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres para apurar o crime.

O jovem foi localizado pelos policiais civis na residência de um familiar no bairro Vila Irene.

Os envolvidos devem responder pelos crimes de homicídio qualificado por motivo fútil, mediante recurso que dificulte ou torne impossível a defesa da vítima.

Crime

Na madrugada do dia 15 de abril, três pessoas foram agredidas e uma delas acabou morrendo alguns dias depois no hospital.

Conforme apurado, as vítimas foram até uma casa onde acontecia uma festa. Ao chegarem ao local, o som estava alto, e uma das mulheres bateu no portão que caiu em cima de outra pessoa gerando uma confusão generalizada.

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Os participantes da festa acharam que quem havia derrubado o portão foi o boliviano Fredy Pena Charupa e começaram a agredi-lo, dando chutes na região da cabeça e o jogando contra o muro.

As outras duas mulheres também foram agredidas com chutes e puxões de cabelo. Devido à gravidade das agressões, Fredy Pena Charupa, de 47 anos, ficou em coma e foi levado para uma UPA. Em estado grave, não resistiu aos ferimentos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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