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Comissão aprova projeto para proteger dados contra vazamentos ou ataques cibernéticos

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A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga os órgãos públicos a adotar medidas de segurança para proteger os dados contra acessos não autorizados ou ataques cibernéticos.

O objetivo é evitar vazamentos ou a adulteração de informações públicas ou privadas. Pelo texto aprovado, os órgãos devem garantir a segurança, imutabilidade e permanência dos dados, independentemente de quem esteja gerenciando-os.

Para cumprir as novas regras, os órgãos subordinados poderão apresentar um plano estratégico, fixando metas e cronograma, levando em conta as limitações orçamentárias. As novas regras são incluídas na Lei de Acesso à Informação (LAI), que estabeleceu mecanismos para que qualquer cidadão possa solicitar informações dos órgãos públicos.

Mudança
O relator, deputado Luiz Gastão (PSD-CE), recomendou a aprovação de um texto substitutivo ao Projeto de Lei 2987/23, do deputado Caio Vianna (PSD-RJ). Em sua versão, Gastão removeu a referência a tecnologias específicas de segurança, como blockchain. Segundo ele, a LAI deve adotar uma abordagem ampla, sem definir quais tecnologias devem ser empregadas.

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“A inclusão de termos específicos como blockchain pode tornar a lei obsoleta à medida que novas tecnologias emergem”, afirmou.

Luiz Gastão entende que  a gestão centralizada de dados públicos coloca em risco a segurança das informações, o que exige a adoção de camadas adicionais de proteção.

Próximos passos
O projeto ainda será analisado, de forma conclusiva, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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