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Plínio Valério critica criação de unidade de conservação no AM e atuação do ICMBio

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O senador Plínio Valério (PSDB-AM) criticou a criação de uma nova unidade de conservação ambiental no Amazonas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (22). Segundo o parlamentar, a medida desconsidera a presença de comunidades tradicionais que vivem da agricultura e da pecuária em áreas que agora estão sendo restringidas à atividade humana.

— Lá em Manaus, meses atrás, o ICMBio criou uma área de proteção ao sauim-de-coleira — um macaquinho pequeno que merece o nosso respeito — onde tem extrativistas, plantadores de abacaxi, cacau, mamão, abacate. São estimados aí uns 100 a 150 macaquinhos. É uma área equivalente a 15 mil campos de futebol, e lá tem mais de 10 mil pessoas morando — afirmou.

Plínio relatou visitas da CPI das ONGs a áreas de reserva onde, segundo ele, a presença do ICMBio tem limitado a subsistência de comunidades locais. Citou como exemplo a Reserva Extrativista Chico Mendes, no Acre, onde moradores estariam autorizados apenas a extrair látex e castanha, sem possibilidade de criar gado ou plantar alimentos. O senador afirmou que há uma “engenharia internacional” para controlar a região amazônica por meio de ONGs e órgãos federais.

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O senador também criticou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) nas questões ambientais e defendeu a aprovação da proposta de emenda à Constituição que limita decisões monocráticas de ministros. Ele mencionou a PEC 8/2021, de autoria do senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR), já aprovada no Senado e em análise na Câmara dos Deputados. Para Plínio, as instituições precisam ser exercidas com equilíbrio e respeito à democracia:

— A democracia não precisa de defesa; a democracia precisa de prática. Onde a democracia é exercida plenamente, ela por si só se basta. As instituições se bastam!

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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